GENEALOGIA BRASILEIRA

Estado do Rio de Janeiro - Povoadores da Região Serrana

 

HISTÓRIAS DE FAMÍLIA

  

BARDASSON, MADUREIRA CAMPOS, MACHADO DUTRA, VALLE, PILLOUD, ALLEGRE, ARAÚJO, TEIXEIRA PORTUGAL, ALVES MAIA e BARBOSA

  

DARLI BERTAZZONI BARBOSA, nascido em Londrina/PR, aos 06 de Maio de 1.958, Advogado da Caixa Econômica Federal. Diretor da Associação Nacional dos Advogados da CEF (darli.bertazzoni@londrina.net).

                                                                                                

                                  9.  BARBOSA

                       

O casal Bernardo Joaquim Barbosa e Honorina Quirina de Jesus, ele filho Joaquim Barbosa e Maria Rosa e ela de Cezário Pacheco de Andrade e Magdalena dos Santos., tiveram os seguintes filhos:

(1) Tertuliano, nascido aos 08 de agosto de 1.901 em Santa Maria Madalena onde foi batizado aos 14 de junho de 1.902, padrinhos Antônio Joaquim de Lima e Elydia Rodrigues Maia (Lv  05, fls. 103-vº);

(2) Hygino (José Hygino Barbosa), pai de Luiz Barbosa e meu avô,  nasceu aos 08 de março de 1.904, no Município e Comarca de Santa Maria Madalena/RJ (Lv A-06, fls. 53, termo 37, do 1º Distrito); foi batizado, com o nome de José Hygino, aos 10 de agosto de 1.904 na Paróquia de Santa Maria Madalena/RJ, por João da Matta Correa da Rocha e Lydia Maria Teixeira, sendo o celebrante o Cônego Paschoal de Santo Martinhos (Lv. 07, fls. 124vº, termo 988);

(3) Evangelista, nascida aos 25 de janeiro de 1.906 em Santa Maria Madalena onde foi batizada aos 03 de janeiro de 1.907, padrinhos \Joaquim Teixeira Cipriano e sua mulher Brandina de Abreu Cipriano (Lv. 08, fls. 127, termo 2271);

                         (3) Virgínia, nascida aos 11 de janeiro de 1.908 em Santa Maria Madalena onde foi batizada aos 30 de agosto de 1.908, padrinhos Satiro Manuel Pereira e Marcelina Maria Macedo (Lv  09, fls. 19); 

(5) Ana, nascida em Trajano de Morais, onde foi batizada aos 24 de setembro de 1.911, padrinhos Manoel Pacheco de Andrade e Bernardina Quirina de Jesus (Lv  10, fls. 145), faleceu na Ponte da Grama em dezembro de 1.912 (Lv  C-01, fls. 14-v, termo 47).

                         José Hygino Barboza, casou-se com Maria da Conceição Maia, aos 19 de dezembro de 1.925, às 14 horas, no Município e Comarca de Santa Maria Madalena/RJ, tendo sido padrinhos os Senhores Orlando Machado Botelho, Maria Teixeira Pontes, Anísio Alves Maia e Laura Pontes Maia (Lv B-07, fls. 20vº/21, termo 44, do 1º  Distrito). Juntos tiveram os seguintes filhos:

                         (1) Salvador Barbosa, nasceu aos 29 de maio de 1.931, no Município e Comarca de Santa Maria Madalena/RJ (Lv A-19, fls. 220, termo 91, do 1º Distrito); foi batizado aos 22 de novembro de 1.932 na Paróquia de Santa Maria Madalena/RJ, padrinhos Luiz Alves Maia e Rosa Pontes Maia, indicando como tendo nascido aos 27 de setembro de 1.930 (Lv. 24, fls. 234, termo 701); Casou-se com Laura da Silva Barbosa em São Gonçalo/RJ, onde também faleceu. Juntos tiveram apenas um filho: Tadeu;

                         (2) Luiz Barbosa, meu pai, nasceu aos 08 de outubro de 1.933, em Terras Frias (São Pedro) no Município e Comarca de Santa Maria Madalena/RJ, mas seu assento de nascimento foi lavrado em Paraguaçu Paulista/SP, aos 04 de junho de 1.951 (Lv. 021, fls. 233, termo 13.876),  era claro e tinha os olhos verdes e os cabelos castanhos. Faleceu aos 13 de janeiro de 2.003. Casou-se com Eduviges Bardasson Barbosa e juntos tiveram os seguintes filhos, como adiante melhor especificados: Dória, Norival, Darli, Dirce, Deomar, Luiz, Ernesto, Miguel, Valdecir, Waldir, Mônica e Renata; e

                         (3) Eldenir, faleceu ainda criança, vítima de convulsão de vermes.

                         Conta-se que José Hygino Barbosa judiava muito de Maria da Conceição Maia, inclusive privando-a de alimentos.

                         Logo após o falecimento de Eldenir, Maria da Conceição Maia deixou José Hygino Barbosa e após o falecimento de seu pai, mudou-se para São Gonçalo/RJ. 

                         Em São Gonçalo, Maria da Conceição Maia  teve um quarto filho, (4) Gonçalo, cuja paternidade é também atribuída a seu primo Manoel Alves Maia (Manezinho Maia), que seria também pai de Salvador, embora tenha este sido registrado como filho de José Hygino Barbosa. Gonçalo nasceu aos 22 de dezembro de 1.939 e faleceu em 1.956, aos 17 anos de idade, vítima de hemorragia interna.

                         Ainda em São Gonçalo, Maria da Conceição Maia passou a viver maritalmente com Waldemiro Espindola Veiga, com quem teve uma filha: (5) Bernarda Espindola Veiga, que nasceu aos 19 de maio de 1.943, em São Gonçalo/RJ, casou-se, também em São Gonçalo/RJ, aos 15 de janeiro de 1.966, com Washington Costa (Lv B-41, termo 8.441, da  1ª Circunscrição), com quem teve 03 (três) filhas:  Jacqueline (nasceu aos 16 de janeiro de 1.967); Jannifer (nasceu aos 18 de junho de 1.970); e Janickis (nasceu aos 11 de agosto de 1.972).

                         Maria da Conceição Maia faleceu no Rio de Janeiro/RJ, aos 16 de setembro de 1.968, vítima de câncer gástrico (caquexia carcinomatosa), tendo sido sepultada no Cemitério do Irajá (Lv C-02, fls. 89, termo 73.592, da 12ª Circunscrição).

1.4.  Terceira Geração no Brasil 

                         Luiz Barbosa, casou-se, com 21 (vinte e um) anos de idade, com Eduviges Valle Bardasson (Bertazzoni), aos 08 de janeiro de 1.955, no Município e Comarca de Porecatu/PR  (Lv B-07, fls. 098, termo 1.591, transcrito, aos 19.07.2004,  no Ufficio dello Stato Civile de Minerbe, Verona, Itália sob nº 10/II/C). Ela tinha 17 anos. O casamento religioso, por sua vez, foi realizado aos 27 de fevereiro de 1.965, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, da cidade de Colorado/PR, pertencente à Diocese de Apucarana/PR (Lv  02, fls. 069, termo 018).

                         Luiz Barbosa e Eduviges Bardasson Barbosa tiveram 12 (doze) filhos:

                         (1) Dória Bertazzoni Barbosa, nasceu aos 21 de maio de 1.955, na Fazenda Variante, no Município e Comarca de Porecatu/PR (A-12, fls. 021, termo 11.157);  foi batizada em mesa branca (Kardecismo) por Ernesto Bardasson e Amazília Valle Bardasson; casou-se, na cidade de Londrina, aos 28 de abril de 1.973, com Florindo Messias Bernardo, filho de José Sebastião Bernardo e Giuseppina Pissolato (Lv B-03, fls. 235, termo 1.370, do 2º Ofício), com quem tem 01 (uma) filha: Érica Eliane Bernardo, nascida na cidade de Londrina, aos 15 de junho de 1.974 (Lv A-07, fls. 028vº, termo 3.258, do Distrito de São Luiz, em Londrina) e onde se casou com Ademilson Roberto da Costa aos 27 de novembro de 1.997 (Lv B-50, fls. 191, termo 20.891, do 2º  Ofício) e com quem tem dois filhos, nascidos em Londrina: Yohan Bernardo Costa, nascido aos 29 de agosto de 1.998 (Lv  A-101, fls. 546, termo 83.448, do 2º  Ofício) e Yago Bernardo Costa, nascido aos de  05 de maio de  2.004;

                         (2) Norival Barbosa, nasceu aos 03 de maio de 1.957, na Fazenda Variante, no Município e Comarca de Porecatu/PR (A-13, fls. 253-vº, termo 13.287); foi ainda recém nascido batizado em mesa branca (Kardecismo) por Ormelindo Bertazzoni e Rita Paulina do Val Bertazzoni; após o casamento foi batizado na Igreja Católica, do Bairro da Cervejaria, padrinhos Fausto F. Espinosa e sua esposa Maria; casou-se, na cidade de Londrina, aos 10 de maio de 1.975 com Aparecida Rosa, nascida aos 16 de janeiro de 1.953, filha de Geraldo Rosa e Ana Maria de Jesus, com quem tem 02 (dois) filhos: Ricardo Rosa Barbosa (nasceu, em Londrina, aos 12 de março de 1.979); e Cary Cristina  Barbosa (nasceu, em Londrina, aos 20 de outubro de 1.982);

                         (3) Darli  Bertazzoni Barbosa,  nasci aos 06 de maio de 1.958, às 06 horas, nas imediações da Vila Marízia e Vila Yara (Av. Brasília - Br 369), no Município de Londrina/PR (Lv A-51, fls. 276, termo 70.547, do 1º  Ofício transcrito, aos 19.07.2004,  no Ufficio dello Stato Civile de Minerbe, Verona, Itália sob nº 13/II/BProcesso nº A8710B do Consulado Geral da Itália, em Curitiba); não fui batizado na Igreja Católica, mas sim pelo Kardecismo, padrinhos João Batista do Valle e Maria Bardasson do Valle; fui crismado aos 24 de maio de 1.964 na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, na Cidade de Colorado/PR, sendo padrinho o Sr. Antônio Rosseto e celebrante Dom Geraldo Fernandes (Lv 2, fls. 84, termo 3.282); fiz a primeira comunhão em 1.972 na Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Londrina; 

                         (4) Dirce Barbosa, nasceu aos 05 de agosto de 1.960, na Chácara de Antônio Coelho, Vila Marízia, no Município e Comarca de Londrina (Lv A-59, fls. 200, termo 97.841, do 1º Ofício); foi batizada na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Casoni, Londrina, Paraná, padrinhos José Enoch Campos e Zilda Bardasson Campos, aos 04 de março de 1.962 (Lv. 02, fls. 46, Termo 454), pela Pe. Dio Monchelato; solteira com união estável desde 1.982 com Edson Vítor Santini, nascido aos 06 de setembro de 1.958, filho de Mário Santini e Elisa Santini, com quem tem duas filhas: Pâmela Marcela Barbosa Santini, nascida, em Londrina, aos 02 de março de 1.983 (Lv A-37, fls. 141, termo 26.467 do 2º Oficio), que mantem união estável com Renato Bille Alcântara Moreira, com quem tem um filho: Nicolas Barbosa Alcântara Moreira, nascido aos 16 de abril de 2.003 - Lv A-126, fls. 385, termo 98.287 do 2º Oficio de Londrina); e Amanda Paôla Barbosa Santini nascida, em Londrina,  aos  01 de julho de 1.991 (Lv A-65, fls. 60, termo 59.7397 do 2º Oficio), onde foi batizada aos 18 de setembro de  2.004 na Paróquia Santo Antônio (Cafezal). É costureira;

                         (5) Deomar Bardasson Barbosa, nasceu aos 22 de outubro de 1.961, na Fazenda de Antônio Romeiro, Água das Pedras, no Município de Colorado/PR (Lv A-06, fls. 270-vº, termo 7.079), foi batizado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Casoni, Londrina, Paraná, padrinhos João Ruggila e Maria Atílio Ruggila, aos 04 de março de 1.962 (Lv. 02, fls. 46, Termo 453), pelo Pe. Dio Monchelato; 

                         (6) Luiz Barbosa Filho, nasceu aos 10 de maio de 1.963, na Fazenda de Antônio Romeiro, Água das Pedras, no Município de Colorado/PR (Lv  A-08, fls. 213, termo 8.849); foi batizado por João e Dolores Romeiro; casou-se, em Sertanópolis/PR, aos 23 de dezembro de 1.983, com Vanilda de Souza Martins, filha de Mário de Souza Martins e Dirce Leandro Martins (Lv B-33, fls. 159, termo 472), com quem tem 02 (duas) filhas: Jeinnifer Juliany Martins Barbosa, nascida, em de Londrina, aos 11 de abril de 1.984 (Lv A-40, fls. 265, termo 30.566, do 2º Ofício); e Kethleen Katherine Martins Barbosa, nascida, em São Paulo/SP, aos 13 de abril de 1.990 (Lv A-104, fls. 224vº, termo 107.802, do 21º Cartório - Saúde); gosta muito de cantar;

                         (7) Ernesto Bardasson Barbosa,(Tico), nasceu aos 18 de setembro de 1.964, no Sítio de Augusto Rosseto, Água das Pedras, no Município de Colorado/PR (Lv A-09, fls. 297, termo 10.395); foi batizado na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, na Cidade de Colorado/PR, padrinhos Osvaldo Segati e Helena Segati, aos 28 de fevereiro de 1.965, Pe. Pedro Nasevícius (Lv. 05, fls. 335, Termo 124); casou-se, em Londrina/PR, aos 20 de setembro de 1.997, com Eliete Siqueira (Lv. B-049, fls. 538, Termo 20.638 – 2º Ofício de Londrina), nascida aos 13 de março de 1.965, filha de Geraldo Siqueira e Rosa da Silva Siqueira, com quem tem 02 (dois) filhos: Mariana Siqueira Barbosa, nascida em Londrina aos 13 de fevereiro de 2.000 (Lv. A-328, fls. 178, Termo 114.401 – 1º Ofício de Londrina);  Leonardo Siqueira Barbosa nascido em Cambé, aos 20 de julho de 2.001 (Lv. A-349, fls. 123, Termo 120.646 – 1º Ofício de Londrina); e Isadora Siqueira Barbosa nascida em Cambé aos 23 de agosto de 2.003 (Lv. A-373, fls. 425, Termo 129.348 – 1º Ofício de Londrina). É eletricista;

                         (8) Miguel Barbosa, nasceu aos 25 de fevereiro de 1.966, no Sítio de Augusto Rosseto, Água das Pedras, no Município de Colorado/PR (Lv A-011, fls. 23-vº, termo 11.698); foi batizado na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, na Cidade de Colorado/PR, padrinhos José Farias e Deolinda Guimarães, aos 24 de abril de 1.966,  Pe. Pedro Nasevícius (Lv. 06, fls. 158vº, Termo 282); casou-se, em São Paulo/SP, aos 04 de abril de 1.987, com Giane Elias de Moraes Lima, filha de Benedito Lúcio de Lima e Maria Elias de Moraes LIma (Lv B-78, fls. 273, termo 23.219, do 21º Cartório - Saúde), com quem teve 02 (dois) filhos: Bruno Elias Lima Barbosa, nascido, em São Paulo, aos 25 de abril de 1.987 (Lv A-147, fls. 182, termo 89.466, do  2º Subdistrito - Liberdade); e Íkaro Moraes Barboza, nascido, em São Paulo/SP, aos 28 de fevereiro de 1.989  (Lv A-166, fls. 200vº, termo 100.865, do 2º Subdistrito - Liberdade); faleceu aos 24 de março de 1.994, em São Paulo/SP, com 28 (vinte e oito) anos de idade, vítima de hemorragia interna aguda traumática, provocada por agente perfuro contundente (tiro de arma de fogo), tendo sido sepultado no Cemitério de Itapecirica da Serra/SP (Lv A-133, fls. 299vº, termo 87.123, do 29º Subdistrio - Santo Amaro); e, posteriormente, seus restos mortais trasladados para o Cemitério da Saudade em Londrina/PR (Sepultura 51 da Quadra 117);

                         (9) Valdecir Bardasson Barbosa, nasceu aos 06 de fevereiro de 1.968, na Chácara de Antônio Coelho, Vila Marízia, no Município e Comarca de Londrina/PR  (Lv A-93, fls. 42, termo 137.920, do 1º Ofício); foi batizado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Casoni, Londrina, Paraná, padrinhos Alcides e Ivone Rosseto, aos 15 de setembro de 1.968 (Lv. 03, fls. 236, Termo 1.179), pelo Pe. Francisco Gozzi; casou-se, na mesma Paróquia, aos 07 de maio de 1.994 (Lv. 06, fls. 87, Termo 3.428), com Kátia Valéria de Souza, nascida aos 09 de outubro de 1.975, batizada em Cambé aos 15 de fevereiro de 1.976, filha de Irineu Vieira de Souza e Maria Aparecida de Souza, com quem tem 02 (dois) filhos: Wellington Luiz de Souza Barbosa, nascido, no Rio de Janeiro/RJ, aos 20 de abril de 1.995 (Lv AA-122, fls. 222, termo 39.940, da 8ª Circunscrição – Engenho Velho); e Alisson Gabriel de Souza Barbosa, nascido, em Londrina, aos 07 de junho de 2.002 (Lv A-362, fls. 036, termo 124.459 do 1º Oficio); é comerciante, mas gosta de trabalhar com filmagens e eventos;

                         (10) Waldir Bertazzoni Barbosa, nasceu aos 30 de abril de 1.970, a época morávamos na Rua Serra do Caparaó, 180, Jardim Bandeirantes, no Município e Comarca de Londrina/PR  (Lv A-103, fls. 440, termo 150.716, do 1º Ofício); foi batizado na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, na Cidade de Colorado/PR, padrinhos Antônio Marques Rodrigues e Jorgina Dornelas de Freitas, aos 11 de outubro de 1.970 (Lv. 08, fls. 84, Termo 499);  é arquiteto;

                         (11) Mônica Bardasson Barbosa, nasceu aos 09 de julho de 1.972, na Chácara de Alcides Romeiro, Vila Marízia, no Município e Comarca de Londrina/PR  (Lv A-112, fls. 111vº, termo 161.080, do 1º Ofício); foi batizada na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Casoni, Londrina, Paraná, padrinhos João Fabiano e Maria Assunta Fabiano, aos 19 de novembro de 1.972 (Lv. 04, fls. 72, Termo 712), pelo Pe. Dante Volpini; faleceu aos 30 de maio de 1.973, em Londrina, vítima de meningite, sendo sepultada no Cemitério Pe. Anchieta (Sep. 46, Quadra 4-B); e

                         (12) Renata Bertazzoni Barbosa, nasceu à 1º de julho de 1.974, onde ainda mora sua mãe, na Rua Capitão João Busse, 461, Jardim Califórnia, no Município e Comarca de Londrina/PR (Lv A-119, fls. 198, termo 169.828, do 1º Ofício); foi batizada na Paróquia Nossa Senhora da Glória, do Parque Ouro Verde, Londrina, Paraná, padrinhos Josino Alves e Petrina Pereira Alves, aos 12 de janeiro de 1.975 (Lv. 01, fls. 45-verso, Termo 456); casou-se aos 04 de julho de 1.998, com Anderson Fabrício Gonçalves, nascido, em São Paulo, aos 02 de março de 1.972, filho de Dorival Gonçalves e Elenir Messias de Lima, com quem tem uma filha: Giovanna Bertazzoni Gonçalves, nascida em Presidente Prudente aos 24 de abril de 2.006.

                         Luiz Barbosa e Eduviges Valle Bardasson, moraram em Porecatu/PR, onde nasceram os seus dois primeiros filhos, ele trabalhando como lavrador na Fazenda Variante, até o final de 1.957 quando se mudaram para Londrina, primeiro na Vila Nova, depois no Centro (Rua Paraíba esquina com Av. Benjamin Constant); em 1.958 moraram na Chácara de Antônio Coelho (lado de baixo da BR 369 - Avenida Brasília), nas proximidades da Vila Marízia e Yara, onde nasci; de 1.959 até o terceiro trimestre de 1.960 moraram no lado de cima da BR, na mesma Chácara, onde nasceu sua filha Dirce; No final de 1.960 após um curto período na casa de Ernesto Bardasson, na Rua Tangará, Vila Yara, mudaram-se para a Água do Cafezal e em meados de 1.961 se mudaram para Colorado/PR, na Água das Pedras, onde nasceram mais 4 de seus 13 filhos (Deomar, Luiz, Ernesto e Miguel), primeiro na Fazenda de Antônio Romeiro (1.961 a 1.964), depois no Sítio de Augusto Rosseto (1.964 a 1.966); em agosto de 1.966 retornaram à Londrina, voltando na mesma chácara onde já haviam morado, (lado de baixo da BR 369 - Avenida Brasília), nas proximidades da Vila Marízia e Yara; no início de 1.967 mudaram para o lado de cima da BR, na mesma Chácara, agora de propriedade de Alcides Romeiro, genro de Antônio Coelho e filho de Antônio Romeiro, ali permanecendo até o final de 1.968; em 1.969 mudaram-se para a Rua Serra do Caparaó, 180, no Jardim Bandeirantes; No final de 1.971 retornaram à mesma Chácara de Alcides Romeiro; e no início de 1.973 se mudaram para a Rua Capitão João Busse, 461, Jardim Califórnia, onde ela (Eduviges Valle Bardasson) mora até hoje e ele (Luiz Barbosa) morou até seu falecimento aos 13 de janeiro de 2.003.

                         Há algum tempo Luiz Barbosa vinha sentindo dores e desconforto no estômago tendo feito vários exames gástricos que apontavam sempre pequena gastrite. 

                         No dia 04 de abril de 2.002 fez exame ecográfico que, uma vez mais, indicou que seus órgãos (fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins, retroperitône, baço, bexiga e vesículas seminais) estavam morfologicamente normais; havia apenas uma hipertrofia prostática, normal para sua idade (68 anos).

                         A partir de julho/2002 começou a ter tosses incessantes, que se agravava a cada dia. Começou também a perder peso e se alimentar com dificuldades (falta de apetite). No dia 14 de setembro de 2002 (um sábado, à noite) eu e minha irmã Renata fizemos a sua internação no Hospital Mater Dei de Londrina onde ficou até o dia 16 do mesmo mês e ano. Havia suspeita de algum problema no pulmão. Após submetê-lo a vários exames, inclusive raio-X do pulmão, constatou-se numa tomografia do tórax, realizada aos 16 de setembro de 2.002, que havia uma grande tumoração hipodensa no lobo esquerdo hepático (tumor no fígado). Iniciou-se então uma longa e penosa averiguação (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, raio-X do trânsito intestinal, ecografia trans-retal e cintilografia óssea) para saber onde teria começado este tumor, além de inúmeros exames laboratoriais. Na mesma oportunidade começamos a introduzir tratamentos homeopáticos (Janaguba, planta do Ceará) e Sinadenium (Planta do Amazonas). No dia 18 de outubro de 2.002 teve um princípio de trombose provocada pela má circulação de sangue em virtude da anomalia no fígado,  processo que foi revertido com a utilização de medicamentos (três injeções diárias de liquemine). Como os exames laboratoriais indicavam que o CA 19-9 de seu sangue a 3.010,00 U/ml (o máximo é 120 U/ml), nada sendo indicados nos demais exames, seu oncologista (Mário Liberatti) diagnosticou o caso como câncer no pâncreas com metástase no fígado. Como esta indicação não era absoluta realizou-se nova tomografia computadorizada, desta vez de abdômen superior. Esta tomografia, realizada aos 19 de outubro e 2.002, indicou a existência de tumor apenas (primário) no fígado (14 x 10 cm de diâmetro). Com este diagnóstico havia a possibilidade de uma intervenção cirúrgica para extração do tumor, o que foi feito aos 28 de outubro de 2.002 no Instituto de Câncer de Londrina. Embora a cirurgia tenha ocorrido bem, a extração do tumor não foi possível, pois além da grande dimensão (ocupava todo o lado esquerdo) o mesmo estava situado em local vital (onde passavam artérias). Colhido material e submetidos a exame macroscópico (pelo próprio ICL) e imunológico (pela Consultoria em Patologia e Imuno-histoquímica de Botucatu/SP), aquele concluiu pela existência de adenocarcinoma de padrão acinar (câncer) e este deu positivo para citoceratina 7 e vilina em padrão brush-border (indicando, assim, câncer metástico de fígado com possível primário das vias biliares do próprio fígado). A esperança então era o tratamento através e quimioterapia, que, entretanto, foi realizada uma só vez, no dia 19 de novembro de 2.002, pois lhe provocou uma enorme baixa de imunidade que teve que ser internado (Hospital Mater Dei) novamente para tomar antibióticos visando cortar febre. Impossibilitado de fazer o tratamento quimioterápico iniciamos aos 23 de dezembro de 2.002, um tratamento pelo método canova (injeções diárias na veia, inalações e gotas sob a língua).  Durante as festas de final de ano (2002) ele passou relativamente bem, principalmente no natal. No início do ano (2.003) seu estado de saúde começou a se agravar, medicamentos convencionais não mais lhe tirava a dor e seu abdômen não parava de crescer, não mais conseguia deitar de barriga para baixo ou para cima, ficava a maior parte do tempo deitado e com dor. No dia 07 de janeiro de 2.003 internei novamente (Hospital do Câncer de Londrina) onde começou a ser utilizada morfina para lhe tirar as dores. No dia 12 de janeiro de 2.003 (um domingo) teve, ás 18 horas, uma queda brusca de pressão (9 por 5). Naquela noite, por volta da 23 horas, ele previu que estava à beira da morte, pois chamou sua esposa (Eduviges), netos (Íkaro e Amanda), genro (Anderson) e filhos (Eu, Dória, Dirce, Ernesto e Renata) que se encontravam no hospital e num gesto nobre despediu de todos (pedindo desculpas); a mim pediu ainda que eu transmitisse suas desculpas ao meu irmão Norival. Às 03horas e 15 minutos do dia 13 de janeiro de 2.003 faleceu nos braços de meu irmão Ernesto, a quem havia pedido para ajudá-lo a sentar na cama. A causa morte foi indicada como câncer gástrico, metástase, óbito lavrado perante o 2º Ofício de Londrina (Lv C-040, fls. 147, termo 40.233, transcrito, aos 19.07.2004, no Ufficio dello Stato Civile de Minerbe, Verona, Itália sob nº 25/II/C), tendo sido sepultado no Cemitério da Saudade, em Londrina (Quadra 117, Perpétuo 51).

                         Luiz Barbosa era espirituoso, foi valente até na hora da morte. Não se deixou abater e morreu procurando não dar trabalho aos filhos e esposa e nem reclamava das dores, que deveriam ser horríveis.

                         Deixou um grande exemplo de vida e uma saudade profunda. 

1.5.  Quarta Geração no Brasil 

                         Eu, Darli Bertazzoni Barbosa, já vivia maritalmente com Maria Aparecida Perez, desde 27 de junho de 1.984, vindo a me casar, em Londrina, no civil, aos 22 de abril de 2.000 (Lv B-123, fls. 243, termo 27.740, do 1º Ofício, transcrito, aos 19.07.2004,  no Ufficio dello Stato Civile de Minerbe, Verona, Itália sob nº 09/II/C), ela nasceu aos 25 de setembro de 1.952, é filha de Miguel Peres Filho e Ercília Zontini (Lv A-33, fls. 558, termo 30.992, do 1º Ofício), com tenho 01 (uma) filha: Michele Perez Barbosa, nasceu, em Curitiba/PR, na Maternidade Nossa Senhora de Fátima, aos 06 de maio de 1.987 (Lv A-118, fls. 552, termo 82.152, do 3º Ofício, transcrito, aos 19.07.2004,  no Ufficio dello Stato Civile de Minerbe, Verona, Itália sob nº 12/II/B – Processo nº A8710B do Consulado Geral da Itália, em Curitiba), batizada aos 05 de julho de 1.987 na Paróquia Coração de Maria, Londrina/PR (Lv 4º, fls. 30, termo  295), à época morávamos na Rua Bruno Filgueira, 73, apto. 94, Bairro Água Verde, em Curitiba/PR.

                         Michele tem outros três irmãos, do primeiro casamento de sua mãe, são eles: Simone Cristiane Perez Politi (nasceu aos 04 de dezembro de 1.972, batizada aos 11 de março de 1.973 na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Londrina/PR – Lv 4º, fls. 86, termo  859), Melissa Aparecida Perez Politi (nasceu aos 11 de fevereiro de 1.980 – Lv A-28, fls. 132, termo 26.129, do 2º Ofício de Londrina, batizada aos 11 de maio de 1.980 na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Londrina/PR – Lv 6º, fls. 71, termo  702) e Fábio Leandro Perez Politi (nasceu aos 04 de julho de 1.976), as irmãs nascidas em Londrina e o irmão em Umuarama/PR.

                         Estudei o início do primeiro ano primário (1.966) no Grupo de Água das Pedras, em Colorado/PR, a professora era Leonice Rosseto; concluí todos os meus estudos em Londrina/PR, do primeiro ao terceiro ano primário, no Grupo Escolar da Vila Yara, atual João Sampaio, (1.966/1.969), as professoras foram Maria de Lourdes N. Silva (1º ano), Shuko Kamita, (2º ano), Débora Meiry Bruder e Tereza Edith Miranda (3º ano); o quarto ano primário, no Grupo Escolar João XXXIII, no Jardim Bandeirante (1.970), as professoras foram Suzelei e Darlene; da quinta à sexta série, no Colégio Antônio de Moraes Barro, no Jardim Bandeirantes (1.971/1.972); da sétima à oitava série, no Colégio Estadual Marcelino Champagnat (1.973/1.974), do primeiro ao terceiro ano do segundo grau - curso profissionalizante de Tradutor e Intérprete da Língua Inglesa -, no Instituto Estadual de Educação de Londrina – IEEL (1.975/1.977); o curso superior – Direito – na Universidade Estadual de Londrina (1.979/1.983).

                         Por curiosidade registra-se que João Sampaio foi o Advogado da Companhia de Terras Norte do Paraná – CTNP, na organização, aquisição terras (546.078 alqueires, equivalente a 13.166 Km2.) do Governo do Estado (Caetano Munhoz da Rocha) e colonização do Norte do Paraná, a partir de 1.930, (iniciando-se em Londrina, passando por Maringá, Cianorte indo até Umuarama); o nome à Londrina foi dada por sugestão dele.  Antônio de Moraes Barros foi o primeiro Presidente da CTNP.  

                         Sobre o meu nome (Darli) conta meu pai que foi uma homenagem que fez a um médico que ele admirava muito, Dr. Darli Veras, médico da fazenda Variante, em Porecatu/PR. Ele sempre atendia a família e certa vez a minha mãe estava passando muito mal e meu pai  saiu à procura do Dr. Darli Veras e disseram que ele estava no cinema. Meu pai foi até o cinema e mandou chamá-lo, ao ouvir o meu pai falar sobre a situação de minha mãe ele abandonou a sessão de cinema e foi até seu consultório para atendê-la. Meu pai então prometeu que o seu próximo filho iria se chamar Darli.

                         No campo profissional comecei a trabalhar ainda criança; com 11 (onze) anos eu já recolhia papel na rua para juntar as minhas economias e não mais precisar de recursos financeiros de meu pai, quer para a compra de roupas ou de material escolar.  Meu primeiro emprego com carteira assinada foi como auxiliar de escritório, cobrador e office boy num depósito de material para construções (Mello Materiais para Construção Ltda), de 06 de novembro de 1.973 a 01 de fevereiro de 1.975; depois trabalhei como auxiliar de contabilidade na Cia. de Automóveis Mayrink Góes, de 01 de outubro de 1.975 a 24 de abril de 1.981; depois ingressei, como auxiliar de escritório, na Caixa Econômica Federal, aos 28 de abril de 1.981, ascendendo ao cargo de Advogado a partir de 27 de junho de 1.984. 

 

Londrina,  Julho/2.007.

DARLI BERTAZZONI BARBOSA

 

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