GENEALOGIA BRASILEIRA
Estado da Bahia

 

Dr. Vicente Borges da Silva Neto, São Paulo, SP (vicenteb@uol.com.br)

 

 

Árvore genealógica:

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BORGES DA SILVA, ROCHA E OUTROS

1ª EDIÇÃO - 2009

 

                                               Considerações do Autor

 

                            Uma ÁRVORE GENEALÓGICA não tem dono. Pertence a todas as pessoas que nela estão.

                            São muitos os benefícios que ela poderá trazer para quem ainda se encontra na terra, com destaque para as doenças hereditárias, fazendo com que os descendentes se previnam com exames e consultas regulares.

                            Foi um trabalho árduo. Durante a sua elaboração muitos parentes colaboraram. Infelizmente, existiram pessoas que não forneceram dados (nomes, datas de nascimentos, casamentos, óbitos, doenças hereditárias, etc), fotos, documentos, endereços...

                            Mas isso já era esperado. Afinal nos dias atuais a vida é muito corrida. Mas esperamos que com a divulgação desse singelo trabalho, todos aqueles que ainda não colaboraram passem a colaborar, nos enviando dados, documentos, fotos...
                            O trabalho que agora é apresentado durou um ano para ser concretizado. Exatamente, um ano.

                            Em tão pouco tempo foi possível descobrir muitas coisas, através de pesquisas em cartórios, igrejas, internet e outras árvores genealógicas. Lembramos que existem árvores genealógicas com dez, vinte ou mais anos (no site www.geneall.net, são muitos os exemplos). A nossa está nascendo agora. Terá muito tempo para crescer e com ajuda de todos, isso será fácil, com fé em Deus.

                            Os dados foram inseridos em 3 (três) sites públicos, onde ficarão apenas os parentes que nasceram até 1965: Erro! A referência de hiperlink não é válida., Erro! A referência de hiperlink não é válida. e Erro! A referência de hiperlink não é válida.. Nos demais locais, como apenas os parentes têm acesso, TODOS SERÃO CADASTRADOS.  Assim, na comunidade BORGES, ROCHAS E OUTROS (no ORKUT – apenas parentes têm acesso); no ORKUT do JOAQUIM MARQUES (só parentes têm acesso. São quase 3.000 fotos); e no NOSSO site, exclusivo dos  parentes: www.borgeserocha.com.br (entre em contato para obter LOGIN e SENHA, caso tenha acesso à internet), TODOS OS PARENTES SERÃO CADASTRADOS. Finalmente, existe um grupo no YAHOO, criado por uma colaboradora que estava procurando os seus parentes na internet e foi localizada. Trata-se da ROBERTA, descendente do Esmeraldo Chaves da Silva (http://br.groups.yahoo.com/group/BorgeseRocha).

                            Essa primeira edição está sendo divulgada de uma maneira simples e com certa pressa, para que se cumpra a meta estipulada.

                            Para a próxima edição, teremos tempo para cadastrar muitos outros parentes, além de acrescentar outras árvores já existentes e que, comprovadamente, são de nossos parentes.

                            Como poucos responderam sobre as doenças hereditárias em seus familiares mais próximos, ainda não será possível uma listagem das doenças mais comuns, que atingiram ou atingem nossos parentes. Também esperamos que com a divulgação que agora é feita, nos seja passada essa informação, de grande valia para todos. Considerando apenas as respostas que recebemos, em primeiro lugar vem a TIREÓIDE (o Vicente ou Neto, tem há mais de 15 anos. Toma um comprimido de Syntroid por dia e é controlada); em segundo PROBLEMAS CARDÍACOS; em terceiro o CÂNCER (a irmã do Vicente ou Neto – JANE CLEIDE - faleceu por causa dessa doença).
                            Pedimos desculpas pela simplicidade desta primeira edição. Mas prometemos melhorar. Notadamente, se muitos parentes passarem a colaborarem, o que certamente acontecerá, com fé em Deus.

                            Sabemos que muitos parentes não têm acesso à internet. Possuímos mais de 4.000 (quatro mil) fotos. Quase 3.000 (três mil) fotos estão disponíveis no ORKUT do JOAQUIM MARQUES (apenas parentes têm acesso). No próximo ano, com fé em Deus, divulgaremos um ÁLBUM DOS PARENTES, com as fotos daqueles mais idosos. No momento, a foto mais antiga que temos é do JOAQUIM MARQUES DA SILVA (filho do JOÃO BORGES DA SILVA e de MARIA MAGDALENA DA SILVA).

                            Veja com cuidado todos os dados na árvore genealógica. Localize o seu nome. Se não encontrar, procure por um familiar próximo e inclua o seu. NÃO SE ESQUEÇA DE NOS AVISAR, PARA QUE NAS PRÓXIMAS EDIÇÕES O SEU NOME APAREÇA.

                            Não importa quem você é. Se rico ou pobre, se doente ou sadio. O que conta aqui é o vínculo de parentesco, de afinidade... Se você for filho, neto, bisneto, etc. de qualquer nome existente na árvore, O SEU NOME TAMBÉM DEVERÁ CONSTAR. Se você se casou ou amigou com qualquer pessoa da árvore, também poderá reivindicar o direito de ter o seu nome na árvore. NÃO SEJA OMISSO(A).

                            Não guarde fotos ou documentos. O tempo irá destruí-los bem antes do que você imagina. Envie-nos, para que possamos digitalizá-los e passem a durar para sempre. Após a digitalização, você receberá o mesmo documento de volta. Assim procedendo, mesmo que o tempo destrua o seu documento ou foto, não conseguirá destruir a cópia que foi digitalizada e você sempre poderá requerer outra igual ou em melhor estado de conservação.

                            É importante (e necessário) que em toda árvore genealógica existam dados de pessoas que poderão prestar informações sobre a mesma. Para essa PRIMEIRA EDIÇÃO - 2009 toda e qualquer informação, sugestão, correção, inclusão, exclusão, etc., poderão ser feita através do TELEFONE: (0XX11) 3104-5030 (comercial); FAX: (0XX11) 3104-7907 (automático); E-MAILS: vicenteborges@vicenteborges.com.br; vicenteb@uol.com.br; marquinhos@borgesneto.adv.br; pedreirarocha@hotmail.com; ou ENDEREÇO: RUA MARIA PAULA, Nº 122, CONJS. 902 e 1.102, BELA VISTA, SÃO PAULO – CAPITAL -  CEP: 01319-907.
                            Agradecemos sua atenção e contamos com sua ajuda para que novos parentes (passados, presentes e futuros) possam ser descobertos e incluídos na NOSSA árvore.

                            Eventuais brigas passadas, pequenas discussões e outras besteiras mais, EM TODA FAMÍLIA TEM. Veja que na NOSSA árvore, por volta de 1824 já havia briga e por causa de patrimônio. Lembre-se que os bens materiais ficarão nesse mundo, onde estamos passando uma breve temporada. O importante é VOCÊ seguir o seu destino, “...perdoando os pecados dos seus devedores, para que possa ser, igualmente, perdoado por Deus.” Aproveite que estamos numa época do ano muito importante e procure se reunir com os seus parentes próximos e não se esqueça de parabenizar o aniversariante: JESUS!

                            Finalmente, muitos perguntaram o motivo pelo qual se resolveu fazer a ÁRVORE GENEALÓGICA dos nossos parentes. Abaixo existem várias transcrições de pessoas mais capazes e que fizeram ou fazem muito sucesso nas suas respectivas profissões. Melhor que elas respondam (veja, pelo menos, a parte grifada). Em seguida, você encontrará a NOSSA ÁRVORE GENEALÓGICA.

                            Um FELIZ NATAL e UM NOVO ANO CHEIO DE PAZ, ALEGRIA, SAÚDE E PROSPERIDADE PARA TODOS.
 
                            Obrigado pela paciência. Perdoem as nossas falhas.

                            São Paulo, dezembro de 2009.

Vicente (Neto), Marquinhos, Fabiana.

“É certo que o National Geographic está fazendo um levantamento dos marcadores genéticos.

No caso da linha masculina e da linha feminina existe a mesma identidade genética através dos haplogrupos Y (masculinos) e do DNA mitocondrial.

Todas as pessoas possuem a sua assinatura genealógico-genética de linhagem masculina e feminina ao longo de milhares de anos e de muitos séculos específicos. Aqui o maior laboratório é a FTDNA.

No caso das outras linhas é possível encontrar blocos genéticos autossomais comuns. O laboratório da 23andMe, por exemplo, permite a visualização de blocos genéticos comuns de primos, mesmo com muitas gerações de distância do antepassado em comum. É possível até mesmo a visualização da localização, sabendo-se em qual dos 23 cromossomos se encontra o bloco em comum.

As populações étnicas e nacionais são agrupadas em termos de lugares estatísticos.
Com os exames realizados, tudo pode ser consultado via internet nas páginas dos principais laboratórios de genealogia genética.” (Ricardo de Oliveira,  21/08/2009, site www.geneall.net, tópico: “Primos até à 5ª geração” – Grifei).
                            As transcrições que seguem foram copiadas no artigo escrito pelo DR. PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE (Presidente de Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional do Ministério da Fazenda, autor de inúmeros livros, inclusive sobre genealogia – Os grifos são nossos).“(...).

Por outro lado, cada um de nós deve ter desejado saber de onde tirou uma ou outra característica, suas qualidades e defeitos. Como somos a soma de pedaços de nossos antepassados, conhecer tais ancestrais permite-nos melhor avaliar nossas atitudes e suas consequências, evitando erros ocorridos no passado.

A Genealogia, além de permitir-nos conhecer caracteres hereditários importantes para o conhecimento de nós próprios, dá-nos conhecimento das doenças que levaram ao túmulo os nossos ascendentes, alertando-nos sobre eventual predisposição a certos problemas com a saúde. O Jornal do Brasil, em 9 de janeiro de 1994, e a revista Veja, em sua edição de 21 de junho de 1995, publicaram artigos sobre o interesse dos norte-americanos na reconstrução da história das doenças de seus pais e avós visando à avaliação dos riscos de desenvolvimento de males genéticos.” (PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE, 25/03/2000, “Considerações sobre genealogia”).

“A consanguinidade, ligando um número relativamente grande de indivíduos, permite ao genealogista a tomada de dados que, reunidos em forma conveniente, podem servir para o estudo analítico de caracteres hereditários importantes, revelando, ao mesmo tempo, o valor de cada um dos antepassados, pela transmissão de aptidões intelectuais, particularidades de temperamento, traços físicos, etc. Os quadros genealógicos não devem, portanto, ser constituídos unicamente de nomes e de datas. A simples descrição de ascendentes e descendentes torna as árvores genealógicas inexpressivas, áridas e vãs. A Genealogia moderna, aperfeiçoando seus métodos de pesquisa histórica, ilustra-os com informações detalhadas sobre os fatos principais de cada pessoa, sua carreira, hábitos, traços físicos, atributos intelectuais e outros.” (Jorge Godofredo Felizardo, na palestra O Ciclo das Gerações, realizada no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul em 11 de outubro de 1941).

A restauração de cada linhagem deve ser uma tarefa de honra dentro de cada família. Todos devem colaborar para ela, formando-se por esse modo uma corrente contínua de solidariedade do presente com o passado e o futuro, e de radicado apelo ao solo querido que encerra os restos dos nossos maiores e que servirá de berço aos portadores dos nossos nomes quando nos chegar a vez de ir repousar ao lado daqueles.” (João Borges Fortes, em Troncos Seculares).

“Quem não gosta de saber donde veio? Quem não quer conhecer os seus e o que eles fizeram? De resto, pareceu-nos um dever, uma obrigação contraída com aqueles que já partiram e nos legaram um nome, fazê-los perpetuar no seio de nossa família, torná-los conhecidos para, a seu exemplo, os respeitar e prosseguir na sua esteira luminosa.” (Barão de Mearim, ou José Teodoro Correia de Azevedo Coutinho (64), em Genealogia do Barão de Mearim).
“Infelizes as famílias que não têm história. Não ter história é quase não ter nome; é quase não ter pátria. Felizes, ao contrário, as famílias que têm história, porque lhes é dado o júbilo de a recordar, porque ela constitui a fonte fecunda, inesgotável e profunda de suas energias morais; porque a cada passo, que dão, sentem, atrás de si, o rastro de sua própria imortalidade. Que é a nossa vida, senão a história que começa? Que é a história, senão a vida que continua? A história de nossa família, de nossa gente, de nossa casa está conosco. Respira perto de nós. A sua presença todos adivinham. Ora bela, ora triste, é uma grande história.” (Júlio Dantas (68), no livro Outros Tempos).

“Enquanto trabalhava em minha árvore genealógica, compreendi a estranha comunhão de destinos que me ligava aos meus antepassados. Tenho a forte impressão de estar sob a influência de coisas e problemas que foram deixados incompletos e sem resposta por parte de meus pais, meus avós e de outros antepassados. Muitas vezes parece haver numa família um carma impessoal que se transmite dos pais aos filhos. Sempre pensei que teria de responder a questões que o destino já propusera a meus antepassados, sem que estes lhes houvessem dado qualquer resposta: ou melhor, que deveria terminar ou simplesmente prosseguir, tratando de problemas que as épocas anteriores haviam deixado em suspenso.” (Declaração de Carl Jung, publicada na Carta Mensal nº 13 do Colégio Brasileiro de Genealogia).

Feliz aquele que se recorda com prazer dos seus antepassados; que conversa com estranhos sobre eles, suas ações e sua grandeza e que sente uma satisfação secreta por se ver como o último elo de uma bela corrente.” (Johann Wolfgang von Goethe (72), conforme citação de Henri Bordeaux em Le pays natal).

“E os genealogistas, obreiros de uma seara ingrata, num país de arquivos desbaratados, esforçam-se em reconstruir as trajetórias do povoamento por intermédio dos fios das gerações. De quanto é penoso o labor, posso dar testemunho pessoal pelo esforço que me exigiu estabelecer a ligação de minha família materna com os troncos dos primeiros vicentinos. Também sincero prazer me trouxe este êxito: sentir-me preso à terra pátria por quinze gerações.” (Alfredo d Esgragnolle Taunay (75), em discurso na Associação Brasileira de Letras).

O povo que não olha para o passado à procura de seus ancestrais jamais olhará para o futuro e para a posteridade.” (Winston Churchill (77), conforme citação do General Nicanor Porto Virmond em seu livro Genealogia de Frederico Guilherme Virmond).  

Os povos que não recordam o passado são povos fadados ao perecimento.” (Trecho de conferência pronunciada pelo Presidente Tancredo Neves (78), publicado no Volume XIII da RIHGMG).

“Alguém há de perguntar - ´Por que ainda hoje há pessoas que se interessam por assuntos tão tolos como origem de famílias?` A todos estes respondo que é com o conhecimento de onde viemos que saberemos aonde vamos. Quer queiramos ou não são os nossos ancestrais que deram a formação mais profunda do nosso ser, do nosso existir.
É pois conhecendo as tendências, os modos de ser dos nossos, que saberemos lutar, com a ajuda de Deus, pelo que seremos e o que os nossos filhos serão. Desse modo, também a eles ofereçamos o gosto pelo conhecimento dos nossos.” (Carmen Coelho de Miranda Freire, em Notas Genealógicas das Famílias Correia, Meira Henriques, Albuquerque Maranhão, Vieira e Coelho).

A genealogia investiga o passado, identifica o presente e resguarda o futuro, identificando a humanidade, em um passado, que já foi presente, e em um presente, que já foi futuro. A Genealogia é para a Identificação o que as horas são para os séculos. Um, a tradição; o outro, o tempo; ambos, a história.” (Ricardo Gumbleton Daunt (81), no primeiro volume do Anuário Genealógico Brasileiro).

Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre;...” (Júlio de Castilho (83), em Manuelinas).  

“Cresce o papel da genética na prática da Medicina e os cientistas descobrem que, fora os acidentes e as doenças infecciosas, todos os demais problemas de saúde têm uma relação qualquer com a história familiar dos pacientes.” (Reportagem de capa da revista Veja, em edição de 21 de junho de 1995, de autoria de Eurípedes Alcântara).

Cada homem carrega a história de todos os que o precederam. E faz, por sua vez, em certa medida, a história de todos os que o seguirão. Nenhum de nós começa do princípio. Nascemos no meio de nossa própria história.” (Afirmação do Padre Daniel Lima registrada por Nelson Barbalho em seu Agreste Pernambucano e transcrita por Luís Wilson em sua obra Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos).

O culto dos antepassados é a mais antiga religião e está baseada na crença da imortalidade da alma. A principal responsabilidade dos vivos é com o culto dos ancestrais, cujos espíritos retribuem com sua proteção. Todavia, sem a lembrança dos vivos, os mortos não poderão persistir. Essa crença é o substrato das cinco grandes denominações asiáticas: hinduísmo, budismo, confucionismo, taoísmo e xintoísmo.” (Rogério C. de Cerqueira Leite, no artigo Culto de ancestrais permeia as religiões, publicado na edição da Folha de São Paulo de 30 de junho de 1997).

O homem é o extrato de seus antepassados.” (Ralph Waldo Emerson (88), conforme mencionado no livro Família & Poder, de Cláudio de Albuquerque Bastos).

“Milhares de genealogistas amadores estão descobrindo que a investigação da história de uma família constitui um passatempo fascinante e... compensador.” (John J. Stewart, em condensado de Family Weekly publicado no Reader s Digest de janeiro de 1968, conforme citação de Waldemar Rodrigues de Oliveira Leal em seu livro Genealogia - Famílias Nogueira da Gama e Gomes Leal).
“Há pessoas que não apreciam ´Genealogia`, não se interessam por saber quem é seu avô, bisavô ou trisavô; não querem saber de onde vêm, quais são os seus ascendentes. Ora, a Genealogia é a Ciência da nossa racionalidade, da marca indelével das nossas origens; diz de onde viemos, diz quem somos, diz quais são as nossas raízes, mostra-nos a nossa importância. A Genealogia exige paciência, perseverança e intercâmbio, mostra a necessidade da comunicação com outros Genealogistas e causa grandes surpresas e grandes emoções. Enfrenta grandes obstáculos, terríveis barreiras, surpreendentes interrogações. A Genealogia é uma paixão e quem nela entra dela não sai mais. A Genealogia é amor; amor aos antepassados. A Genealogia é gratidão; gratidão aos que nos antecederam nesta vida. A Genealogia é memória imperecível. A Genealogia quase se confunde com a Heráldica. A Genealogia atesta a importância de uma Família. A Genealogia é como o Livro; conserva a memória das gerações passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é a maior tirania, e enaltece as gerações hodiernas. A Genealogia move os ânimos e causa grandes efeitos.” (Padre Reynato Breves, no artigo Novas Revelações da Genealogia, publicado na edição de 12-SET-1998 do Jornal da Cidade, de Barra do Piraí).

 

                                              Página II (genealogia)

 

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