GENEALOGIA FLUMINENSE
Região Serrana - Genealogias
RELAÇÃO DE POVOADORES
Lênio Luiz Richa
Antes
da fundação da cidade de Cantagalo já havia um arraial
de garimpeiros, com cerca de duzentas casas, chefiado por Manuel Henriques,
o Mão de Luva, português, o Mão de Luva, português ou n. MG, f. de Antônio ou Manuel Henriques Molhor, morador em São Nicolau de Suruí, RJ, vindo de Minas à frente dos seus
homens. Ele e os dez considerados cabeças do grupo foram acusados de
facinorosos, presos em 1786, julgados pelo desembargador Tomás Antônio
Gonzaga (depois, inconfidente em Minas Gerais) e degredados em 1787, sendo os demais mandados "para o Sul", razão porque não devem ter deixado descendentes na região. (TC.I.14).
Segundo
a lenda, Mão de Luva seria o Duque de Santo Tirso, em Portugal que, por
ter-se enamorado da herdeira do trono, a futura rainha D. Maria I, caiu em desagrado
e veio a sofrer cruel perseguição, sendo condenado ao degredo
e à miséria no Brasil. Entretanto, pelo exame criterioso dos fatos,
à luz dos documentos e dos testemunhos antigos, nada indica que fosse
um nobre. Sabe-se que ele residia “no lugar da Igreja Nova do Xopotó”,
em Minas, onde tinha família e que foi referido por Eschwege, vinte e
cinco anos depois, como "um mulato ativo e atrevido, que já entrou
em muitas desordens", sendo que “numa delas perdeu uma das mãos
que substituiu por uma luva de couro”. (Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor
do Café, de Clélio Erthal, fls. 39).
Quando
foi preso, em 1786, foi classificado como sendo branco, tinha mulher, filhos,
os escravos Felipe, Domingos, João Craveiro e Félix (este comprado
do padre Felisberto José Machado), “um pardo forro contratado para trabalhar”
e, pelo menos, o enteado Manuel da Costa, filho da sua mulher. (O Tesouro de
Cantagalo, de Sebastião A. B. de Carvalho, fls. 53, 57, 66 e 69, que cita também a maioria das pessoas abaixo, que foram, provavelmente, moradores no povoado de Mão de Luva).
- Álvaro Maciel.
- Antônio Alves
ou Álvares Maciel, que veio pelo Piabanha.
- Antonio Barbosa de Matos, casado, n. Rio, b. São Nicolau de Suruí, RJ, morador no caminho “de Minas?”, no lugar chamado “O cebolas?”, freguesia de NS da Piedade de Inhomerim, que vive de suas lavouras, que em 1782 foi testemunha no processo de Mão de Luva, quando declarou que havia andado dois anos no mato com o mesmo. (Fls. 12).
- Obs.: Veja mais informações e toda a sua ascendência na família Fagundes do Amaral.
- Antônio Henriques, branco, irmão do chefe, veio pelo rio Piabanha,
tinha os escravos Manuel Mina e Mateus. (Cantagalo, da Miragem do Ouro ao
Esplendor do Café, de Clélio Erthal, fls. 44 e 56 e O Tesouro
de Cantagalo, de Sebastião A. B. de Carvalho, fls. 57 e 62).
- Antônio Novais,
degredado em 1787.
- Cap. Agostinho José de Abreu e Silva Castelo Branco, o “Francisco de Paula”, n. Mariana, b. 1751, que em 1783 vivia no Serro Frio, MG, talvez o mesmo que solicitou o cargo de Escrivão em Minas, em 1808 e 11, f. do Dr. Jorge de Abreu Castelo Branco, Advogado, que também foi Padre, e sua mulher, Jacinta Teresa de Jesus, casado com Felisberta Ignácia de Oliveira, com vários filhos, entre os quais: (Biblioteca Nacional, "O Tesouro de Cantagalo", de Sebastião A. B. de Carvalho, fls. 27, processo de Mão de Luva, e "Velhos Troncos Mineiros", Vol. I, fls. 236, do Cônego R. Trindade).
1.1 Jacinta de Abreu Castelo Branco. (VT.1.236).
1.2 Coriolana Umbelina de Oliveira Castelo Branco, n. Serro, cc. seu parente o Guarda Mor Félix de Oliveira Campos, f. do Cap. Inácio de Oliveira Campos e sm. Joaquina Bernarda da Silva de Abreu Castelo Branco, c.ger. em Velhos Troncos Mineiros, Vol. 1, fls. 64. (VT.1.236).
1.3 Padre Marcos Antônio de Abreu Castelo Branco, que viveu em Paraíba do Sul. (Informação gentilmente enviada pelo amigo, historiador e genealogista, Deusdedit Campos, de Belo Horizonte, MG).
1.4 Maria Valeriana de Abreu Castelo Branco, que também teria vivido na região de Paraíba do Sul e posteriormente na de Barbacena, MG, da qual descende o amigo Deusdedit Campos.
- Carlos Antônio
Pegado.
- Diogo Álvares
e seus filhos. (O Tesouro de Cantagalo, de Sebastião A. B. de Carvalho,
fls. 26).
- Dionísio
Lopes, morador na Província do Rio de Janeiro, irmão de Joaquim
Lopes, adiante.
- Domingos Alves
ou Álvares Furtado, pardo, veio por Macacu.
- Domingos de
Souza ..., pardo, veio por Macacu.
- Felício
Martins, degredado em 1787.
- Félix
da Silva Henriques, branco, irmão do chefe, veio por Minas, tinha o
escravo Joaquim Mina.
- Francisco Pegado,
degredado em 1787.
- Francisco Vieira
Bezerra.
- Inácio
da Silva Henriques, branco, irmão do chefe, veio pelo Piabanha, tinha
o escravo Manuel Benguela.
- João de Souza Lima.
- João dos Santos, mascate do Porto da Estrela, com 5 escravos, entre os quais: José dos Santos e João dos Santos.
- Joaquim Lopes da Silva, em 1781 tinha 34 ou 35 anos, pouco mais ou menos, quando foi testemunha no processo do Mão de Luva, ainda solteiro, n. de Inhomerim, RJ, vivia da sua lavoura, morador no atual Estado do Rio, deixou filhos. Juntamente com seus irmãos tinha os escravos Vicente Crioilo, Xavier Cabunda, Pedro Congo e João Rebolo. (O Tesouro de Cantagalo, de Sebastião A. B. de Carvalho, fls. 15, 27, 59 e 62 e processo de Mão de Luva).
Ten. José Antônio de Lima, o "Paraíso".
- José
Augusto de Lima, degredado em 1787.
- José
da Silva Leite, com seu escravo Narciso ou Nazário, degredados em 1787
(Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor do Café, de Clélio
Erthal, fls. 27).
- Um deste nome n. 1719, São Nicolau, Suruí, RJ, residente em Braz, f. de Custódio da Silva Leite e Luzia Duarte da Conceição. (Site Family Search).
- José
Joaquim de Figueira ou de Siqueira, branco, veio pelo Piabanha.
- José
Lopes, morador na Província do Rio de Janeiro, irmão de Dionísio
Lopes, acima, estava preso no Rio, em 1783 também foi ouvido no processo de Mão de Luva. (TC.II.58).
- José
Preto, degredado em 1787.
- Leandro de Souza.
- Manuel Ferreira,
branco, veio por Minas, tinha o escravo Caetano Benguela. Provavelmente o mesmo Manuel Ferreira da Costa, morador no morro “do Mateus?” Leme, freguesia do Curral de El-Rei, comarca de Sabará, casado, com 36 anos, pouco mais ou menos, quando foi ouvido no Rio, no processo de Mão de Luva.
- Manuel Gonçalves
ou Álvares Moreira, branco, foi preso em Minas.
- Manuel Luís
de Santana, pardo, veio pelo Piabanha, tinha o escravo Francisco Rebolo.
- Manuel Rodrigues,
degredado em 1787.
- Maurício,
lugar-tenente do chefe, f. 1776, nas cabeceiras do Tripuí, MG, antes
da fuga para Cantagalo. (TC.II.108).
- Miguel Muniz,
branco, veio por Minas, tinha os escravos José Anga, Antônio Congo
e João Cabinda
- Onofre Bernardes,
degredado em 1787.
- Pedro Vieira
de Menezes, degredado em 1787.
- Teotônio
Francisco Ribeiro.
- Tulano
Rodrigues (Fulano? Estulano?).
- Vicente Ferreira
Soares, branco, veio por Macacu, Estado do Rio. Um do mesmo nome, talvez o mesmo ou seu parente, deixou geração na região: vide Ferreira Soares.
- João de Abreu Macedo, casado, n. Rio, b. São Gonçalo, RJ, morador na Sé, Rio, carpinteiro, com 52 para 53 anos, quando foi testemunha no processo de Mão de Luva, em 1782, e disse ter andado por 5 meses no mato com o mesmo, em um descoberto de ouro. (Fls. 14 e 19).
- José da Silva Pereira, n. Rio, b. NS da Piedade, morador em Inhomerim, RJ, que vive de sua lavoura de mandioca, que aos 37 ou 38 anos, pouco mais ou menos, em 1872, quando foi testemunha no processo de Mão de Luva, fls. 10, e disse que andou sete meses em um descoberto de ouro, com o mesmo.
2. A tropa:
Da tropa que conseguiu expulsar os garimpeiros ilegais da região, para que pudesse ser iniciada a colonização da mesma foram encontrados alguns nomes, entretanto, após cumprida a missão voltaram para os seus lugares de origens, ficando apenas um pequeno contingente no Arraial de Cantagalo, como proteção dos povoadores, contra os índios e possíveis assaltantes. Dos que ficaram, alguns poucos receberam terras e deixaram geração na região.
2.1 – De Minas:
- Soldado pedestre Antônio Xavier. (Tes.80).
- Anspaçada Bernardo dos Reis, comandante da guarda do Louriçal, com seu escravo Domingos. (Tes. 80 e 83).
- Capelão Custódio Pinheiro de Faria, Anspaçada, Comandante da Guarda do Porto do Cunha, no Rio Paraíba, depois encarregado do Governo das Minas do Macacu em 1786. Eusébio Pinheiro de Faria, cirurgião, irmão de Custódio, era Furriel de Dragões, em Minas, em 1789. (Autos da Devassa da Inconfidência Mineira, Vol. 8, fls. 256, Tes.42, 43 e 83 e TC.1.15).
- Furriel Domingos Antônio. (Tes.56). Um Domingos Antônio dos Reis, cc. Ana Joaquina, com pelo menos: Maria Cândida dos Reis, do Arraial do Quilombo, bispado de Mariana, c. 1841, Cantagalo, com Joaquim Alves “Maurício”, de Ouro Preto, f. nat. de Maria da Rocha. (HB).
- Soldado Felipe Rodrigues. (Tes.56).
- Soldado Francisco Félix. (Tes.56).
- Soldado Gabriel Mendes. (Tes. 56).
- Soldado pedestre João José. (Tes.60).
- Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, do Regimento de Dragões de Vila Rica, n. 1746, em 1784 recebeu ordens para solicitar homens ao Cel. Manuel Rodrigues da Costa, do 1º Regimento de Cavalaria de Auxiliares da Comarca do Rio das Mortes, para explorar as “áreas proibidas”, também conhecidas como os Sertões do Leste, etc., procurando boas terras para a agricultura e fazendo medições com a finalidade de encontrar lugares adequados onde poderiam ser criadas novas cidades que pudessem acolher os mineradores que precisavam encontrar novos meios de subsistência, já que começava a escassear o ouro dos veios das Minas Gerais e, também, como medida preparatória à planejada invasão do Arraial do Mão de Luva, atravessou os Sertões do Macacu, seguindo pelas margens do Paraíba e subindo até Porto Velho do Cunha, em perseguição “do bando”. Não consta ter participado da invasão do Arraial. Foi filho de Domingos da Silva Santos, de Santo André Codeçoso, Portugal, e Antônia da Encarnação Xavier, n. 1721, São José de El-Rei, MG, np. de André da Silva e Mariana da Mata ou da Mota, ambos de Santo André de Codeçozo, arcebispado de Braga, nm. Domingos Xavier Fernandes (Maciel?), n. Pouso de Santiago da Cruz, Barcelos, Braga, e Maria de Oliveira Colaço (esta de Antônio de Oliveira Setubal e Isabel de Oliveira Colaço, paulista), n. 1701, São Paulo. Com geração e toda a ascendência em Oliveiras Leitões. (História Média das Minas Gerais, de Diogo de Vasconcelos, 260 e TC.1.9, 11, 16, 17, AS.2.174, CM.210, 212, DP.120, 121 e HIMG.65).
- Soldado José Antônio da Rocha. (Tes. 54).
- Cabo de Esquadra João ou José de Deus Lopes, fez o reconhecimento do Arraial do Mão de Luva em inícios de 1786, informando que existiam ali 47 homens (brancos e negros), sendo 17 libertos e 30 escravos. Foi o herói da invasão, secundado pelos soldados José Antônio da Rocha e Felipe Rodrigues, segundo o relatório do chefe São Martinho pois, com muita coragem e risco da própria vida, fez-se passar por mascate e foi admitido no Arraial, angariando a confiança do bando, atuou com tanta perícia que foi o responsável pela tomada do Arraial sem maior resistência, o que salvou a vida de muitas pessoas, inclusive de mulheres e crianças que ali viviam. Na noite da invasão dormiu no Arraial para abrir a porta à tropa, tendo escapado de dois tiros do Mão de Luva, de cuja espingarda havia tirado a mira, e da tropa que entrava e atirava contra a casa, mas ficou para o resto da vida (em Minas), com feridas na cabeça de uma bordoada que recebeu, por engano, de um dos seus companheiros. (Tes.52, 54 e 56).
- Manuel José Dias ..., cc. Bernardina Antônia Ferreira, com pelo menos: (HB e Tes....).
1.1 ...na Dias da Rocha, de Cantagalo, onde c. 1836, com Manuel Furtado de Araújo, da Ilha de São Miguel, Açores, f. de José Furtado de Araújo e Rosa Maria de ... (HB).
- Oito escravos incorporados à tropa, cujos nomes não são citados. (Tes.55).
- Sargento mor, depois Tenente General e Brigadeiro Pedro Afonso Galvão de São Martinho, n. 1741, Nossa Senhora da Expectação, Campo Maior, Portalegre, Portugal, f. 1815, do Regimento de Dragões de Vila Rica, comandante-chefe das missões acima, atribuídas a Tiradentes e da posterior invasão do Arraial do Mão de Luva, permaneceu em Cantagalo apenas o tempo suficiente para executar a sua missão mas tornou-se figura histórica, quase lendária, na Região onde encontramos sesmarias, fazendas, estrada e estabelecimentos comerciais com seu sobrenome. Foi filho do Tenente Vasco Sardinha Galvão, npv. 1709, Campo Maior, e Clara Maria de Sá, n. Santa Maria do Castelo de Estremós.
C. 1ª vez, 1776, Ouro Preto, MG, com Maria Agostinha Manso da Costa Reis, n. desta cidade, f. antes de 1812, f. do Dr. Manuel José Manso da Costa Reis e Cunha, n. Salvador, BA, e Clara Maria de Negreiros e Castro, n. 1727, Mariana, MG, f. 1805, Ouro Preto,
c.ger. em Raposos
Bocarros, e, 2ª, 1812, em Antônio Dias, MG, com Francisca Teodora de Oliveira Maciel, n. Ouro Preto, f. do Cap. Mor José Alves Maciel, n. Portugal, e Juliana Francisca de Oliveira. (DFB, Int, TC.1.16 e Tes.54).
- Soldado Sebastião Craveiro, da guarda do Louriçal, com seus escravos Antônio e Gonçalo. (Tes.83).
2.2 – Do Rio:
- Tenente Albino Santos, Comandante do Registro do Rio Grande. (TC.1.25 e 2.20).
- Cap. Francisco Duarte Malha, foi nomeado para administrar provisoriamente o distrito, após o Tenente Cel. Manuel Soares Coimbra e, em 1809, já estava na Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Jurujuba, Niterói, de onde foi Comandante, residindo na Rua da Misericórdia, tendo chegado ao posto de Marechal de Campo Graduado em 1818 e, em 1823, representou contra uma Matildes de Jesus acusando-a de seduzir seu filho. Deixou pelo menos: (BN, TC.I. 23, II.20 e EC.61).
1.1. Eleziana Duarte Malha.
1.2. Porcino Adriano Malha, juntamente com sua irmã, acima, solicitou a entrega dos bens do seu falecido pai, Francisco Duarte Malha. (Documentos sem data, da Biblioteca Nacional, do Rio, mas anexados a outros sobre o pai deles).
1.3. Cap. José Duarte Malha (hipótese), do Regimento de Henriques, em 1818 recebeu o Hábito da Ordem de Santiago da Espada e, em 20 e 22 fez novas solicitações. (BN).
- Alferes Francisco de Paula Viana, n. Santa Rita, bairro do Rio, padrinho de batismo em Cantagalo em 1800 e 06, obteve sesmaria no Córrego Santo Antônio, em 1797, vizinha à de Francisco Álvares Nogueira, adiante. Quando Caetano da Silva Freire chegou à região, recebeu uma sesmaria, que já tinha sido ocupada por este Alferes e, em 1804, comprou do mesmo outra sesmaria. Era f. do Cap. Manuel Martins dos Santos Viana, já f. 1800, e Francisca Maria de Jesus, já f. 1808.
C. 1811, Cantagalo, com Leocádia Angélica de Nazaré, n. Santa Ana das Lavras do Funil, São João de El-Rei, f. de Joaquim José Ferreira de Toledo e Ana Joaquina de Santa Clara, com pelo menos: (EA.379, HB, LR.37, MP e TC).
- Obs.:
1) João Luís Ribeiro solicitou em 1803 o título de propriedade da sesmaria de meia légua, comprada de uma Ana Joaquina de Santa Clara, no Sítio da Pedra Branca, do Ribeirão de São José, em Cantagalo, que poderia ser a mesma acima. (BN). 2) Os herdeiros de um Francisco de Paula “Caianna?”, muito provavelmente o mesmo, por erro de leitura, eram fazendeiros em São Sebastião do Alto em 1870. (AL).
1.1 Paulina, b. 1808, Cantagalo. Padrinhos: Lourenço Correia Dias e Maria Teresa da Silva, mulher de Luís Vaz da Silva. (HB).
1.2 Francisco (constou como filho natural, o que nos pareceu engano), n. 1809, b. 1810, Cantagalo. Padrinhos: Mariano José Carlos de Toledo e Ana Antônia de Jesus, mulher de Luís Ferreira Leal. (HB).
1.3 José Martins de Paula Viana, n. Nova Friburgo, b. 1811, Cantagalo (padrinhos: João José Correia Dias e Maria Teresa da Silva, mulher de Luís Vaz da Silva), c. 1858, Madalena, com Matildes Justina Barbosa Viana, f. de Joaquim José Barbosa e Francisca Leocádia Barbosa. Testemunhas: Cel. Brás Fernandes Carneiro Viana e Luiz Antônio Pontes (HB e Sar).
2.1 Antônio Barbosa Viana (hipótese), cc. Maria Felicidade Barbosa Viana, com pelo menos: (Ig).
3.1 Carolina Barbosa Ribeiro, cc. Modesto Luís Ribeiro, brasileiros, com geração na família Ribeiro.
1.4 Maria Cândida, b. 1816, Cantagalo (padrinhos: Vicente José de Souza e Ana Antônia de Jesus, viúva de Luís Ferreira Leal), c. 1840, Cantagalo, com Argemiro José Joaquim, da mesma cidade, f. de João Machado dos Santos e Rita Maria de Jesus (ou Rita Delfina de Souza). (HB).
1.5 Antônio Martins de Paula Viana (hipótese), cc. Maria Antônia Machado dos Santos, com pelo menos: (DBB).
2.1 Laurinda, b. março de 1839, Cantagalo.
2.2 José, b. setembro de 1839, Cantagalo.
2.3 Joaquim, b. 1841, Cantagalo.
2.4 Francisco Machado de Paula Viana (hipótese), provavelmente neto, cc. Cristina da Conceição de Paula Viana, com pelo menos:
3.1 Argentina, b. 1883, Trajano de Morais. (DBB).
3.2 Belina, b. 1887, Trajano de Morais.
3.3 Venezuela, b. 1892, Trajano de Morais.
- Tenente Cel. Manuel de Moraes Dantas, do 1º Regimento, comandante do Registro das Cachoeiras e da passagem do Rio Macacu. (TC.20 e 25). Em 1811, 12 e 13, ele solicitou mercê da Ordem de Cristo para o seu genro, o Tenente Cel. Roberto Carr de Bustamante Pinto da Foutoura. (BN).
1.1 (...), cc. Ten. Cel. Roberto Carr de Bustamante Pinto da Foutoura. (BN).
2.1 Manuel Carr de Bustamante (hipótese), talvez neto, cc. Francisca Tomásia de Bustamante, com pelo menos: (Ig).
3.1 Maria Nunes Ferreira de Bustamante, n. RJ, cc. Istiliano Nunes Ferreira, n. RJ, lavrador, f. de Manuel Ferreira Neto e Fany Cândida, com pelo menos: (Ig).
4.1 Cecília, n. 1908, Macuco. (Ig).
4.2 Moacir, n. 1910, na Fazenda Glória, Macuco.
1.2 Cap. Antônio Raimundo de Moraes Antas (hipótese), solicitou mercê da Ordem de São Bento de Avis em 1817 e 18. (BN).
- Ten. Cel. Manuel Soares Coimbra, do 2º Regimento do Rio de Janeiro, de onde era natural, em 1786 comandou uma expedição composta de outros oficiais e tropas de linha. Assumiu a administração do Arraial de Cantagalo, liberando a guarnição de Minas, comandada por Custódio Pinheiro de Faria. (TC.2.20, CE.61 e Tes.82).
- Obs.: Um Brigadeiro do mesmo nome, brasileiro, que antes foi Ten. Cel. do Regimento de Bragança no Rio, e poderia ser o mesmo ou parente, foi nomeado Governador de Santa Catarina, em 1789, era cc. Aniceta da Conceição Zuzarte, com geração no Dicionário das Famílias Brasileiras.
3. Terras distribuídas em 21 de julho de 1787:
3.1
Por escolha: (TC.I.19).
- Fazenda
Real (no lugar em que o córrego das Lavras faz barra com o de Cantagalo).
- Vice-Rei Dom Luís de Vasconcelos e Souza, futuro Conde de Figueiró
(ou seu sucessor Dom José Luís de Castro, Conde de Resende).
- Desembargador
Manuel Pinto da Cunha e Souza (1º Superintendente Geral), fidalgo, Cavaleiro
da Ordem de Cristo, 1º Superintendente Geral do Ouro, falecido em 1799.
(TC.I.100, II.112 e Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor do Café,
de Clélio Erthal, fls. 138).
- Guarda-mor João Pinto da Cunha e Souza, falecido em 1805, irmão
Manuel Pinto da Cunha e Souza, adiante.
- Joaquim
José Soares
3.2 - Por sorteio (lotes de 30 braças em quadra).
Estes lotes foram concedidos para fins de mineração, entretanto, alguns
depois tornaram-se fazendeiros, permanecendo na região após o esgotamento das
lavras (TC.I.20).
- Álvaro
da Silva Santos.
- Antônio José
de Castro.
- Capitão
Antônio José Pereira.
- Antônio Rodrigues
Araújo.
- Cristóvão
Cordeiro Alves.
- capitão
Cristóvão Manuel Diegues, do Rio de Janeiro, representado pelo
seu procurador Manuel Ribeiro de Carvalho (adiante).
- Diogo Marciano
Barbosa.
- Domingos Jacinto
Machado.
- Felipe da Cunha
Vale.
- Francisco José
Freire.
- Francisco José
Belas.
- Francisco Lopes
Rodrigues, Tesoureiro da Real Fazenda e irmão 3º do Carmo, falecido
em 1802, com 70 anos de idade. (TC.1.40).
- Francisco Rodrigues
da Silva.
- Germano
Luís Lisboa.
- Inácio
Rangel de Melo.
- alferes Jerônimo
de Castro e Sousa.
- João
Antônio de Andrade.
- ajudante João José Nunes Carneiro, do Regimento de Artilharia,
considerado suspeito de participação na Inconfidência
Mineira, foi absolvido após inocentado pelo depoimento do próprio Tiradentes.
(Inconfidência Mineira, de Maria Efigênia Lage de Resende, fls.
62).
- José
Dias Diniz.
- tenente José Faustino.
- José
de Melo.
- padre José Pereira Cantos.
- vigário
José Peres dos Santos.
- José
da Silva e Almeida.
- Cel. José
da Silva Santos. Um desse nome se casou cerca de 1768 em Minas Gerais com
Joaquina de Proença Góis e Lara. (Internet).
- Joaquim da Rocha
Machado.
- Manuel de Jesus.
- Maria Elvira
dos Santos e Souza.
- Manuel Ribeiro
de Carvalho, procurador do cap. Cristóvão Manuel Diegues, acima.
De 1869 a 77, havia em Cantagalo um juiz Miguel Joaquim Ribeiro de Carvalho
e, em Pouso Alto (MG) em 1777, havia um Gregório Ribeiro de Carvalho).
(TC.I.184 e Efemérides de São João Del-Rei, de Sebastião
de Oliveira Cintra, Vol. II, fls. 451).
- Cap.
Manuel Rodrigues Aragão. Em 1753, um José Rodrigues Aragão
foi nomeado Escrivão da Ouvidoria da Capitania do Espírito Santo,
por três anos. Outro José Rodrigues de Aragão reedificou,
no século XVIII, a igreja de N. Sra. da Penha, em Jacarepaguá,
Rio de Janeiro. (Internet).
- Manuel da Silva
de Figueira.
- Miguel Antônio
Coelho.
3.3 - Outras
terras
No mês seguinte
foram distribuídas mais 50 datas no córrego Cantagalo, iniciando
do lugar em que o mesmo encontra o Rio Negro, todas de 900 braças quadradas
(4.356 metros), cinco delas, por escolha, para as mesmas autoridades que escolheram
acima. Das restantes 45, Ferreira Dias menciona apenas parte dos nomes daqueles
que receberam terras ou que vieram mais no início da colonização
(TC.I.33/34 e 56 e O Tesouro de Cantagalo, de Sebastião A. B. de
Carvalho):
Dos abaixo, muitos
receberam sesmarias, nas quais criaram fazendas, tendo, muitas famílias,
permanecido na região, onde deixaram grandes descendências.
- Antônio de Azevedo Soares, n. 1752, no lugar da Praia do Peixe Velho,
Santa Bárbara, Ilha de São Jorge, Açores, f. 1834, Cantagalo,
onde era fazendeiro, f. de João de Sousa Azevedo Soares e Joana Maria
da Conceição, c. 1809, Cantagalo, com Rosa Cândida de
Jesus, n. 1791, Pati do Alferes, RJ, f. 1847, Cantagalo, f. de João
Machado Botelho (nº 37) e Catarina do Rosário da Cunha, com grande
geração em Machado Botelho, fls. 28.
- Antônio Castro ou Costa Pinto Bragança.
- Alferes Antônio José Rabelo.
- Antônio José Teixeira Pena, Procurador da Câmara em
1815. veio de Portugal, cerca de 1790, fugindo de perseguições
políticas, para Santa Bárbara, MG, com Domingos Teixeira Pena,
Domingos José Teixeira Pena, e o Padre Gervásio Teixeira Pena,
todos parentes do Barão Ribeira da Pena, foi depois para Cantagalo.
Houve um Antônio José Teixeira Pena,
natural de São Salvador da Ribeira da Pena (arcebispado de Braga, Portugal)
que foi ancestral de Rafael Yoo, organizador deste
site.
Domingos se casou
em Barra Longa (MG) e teve a geração que está na Internet
e Domingos José permaneceu em Santa Bárbara, onde cc. Ana Moreira
dos Santos, e foram os pais do Dr. Afonso Augusto Moreira Pena, ex-Presidente
da República, cuja geração está na Revista Brasil
Genealógico, do Colégio Brasileiro de Genealogia, Tomo II, nº
4, do ano de 1966, fls. 157. (TC.I.57 e Dom Silvério, Parte IV, de
Aloysio Penna Martins, este na Internet).
- Antônio de Oliveira Torres.
- Alferes Antônio da Silva Azevedo, vereador.
- Alferes Antônio da Silveira Azevedo, com Antônio José
Rabelo, a seguir, foram os primeiros Juízes Almotacés, em 1815,
encarregados da inspeção de pesos e medidas e fixação
dos preços dos gêneros alimentícios. (TC.I.33 e 57). Um
Jerônimo da Silveira de Azevedo foi um dos fundadores da Vila do Carmo,
MG, em 1711. (TC.I.33 e 57; História Antiga das Minas Gerais, de Diogo
de Vasconcelos, Vol. 2º, fls. 98).
- Atanásio de Melo de Azeredo Coutinho.
- Pe. Benedito Antônio João de Lessa. (Em Macuco, em 1822, havia
o Padre Antônio João de Lessa,
homem de grande inteligência, político de projeção nacional, cuja sesmaria fazia ângulo
com a fazenda Val de Palmas, possivelmente o nome Benedito foi apenas um
engano de Acácio Ferreira Dias, no livro "Terra de Cantagalo"). (TC.II.29 e 48).
- Boaventura Ferreira Pires.
- Caetano da Silva Freire.
- Caetano da Silva Roque.
- Custódio Pinheiro de Faria, anspeçada, Comandante da Guarda
do Porto do Cunha, no Rio Paraíba, depois encarregado do Governo das
Minas do Macacu em 1786. (Um Eusébio Pinheiro de Faria foi furriel
de Dragões, em Minas, em 1789. (O Tesouro de Cantagalo, de Sebastião
A. B. de Carvalho, fls. 42/43, Autos da Devassa da Inconfidência Mineira,
Vol. 8, fls. 256, e TC.1.15).
- Domingos Rodrigues Costa.
- Francisco Abi Telpas.
- Francisco Alves Nogueira, chegou no final do Século 18, foi vereador
e recebeu, em 1803, uma sesmaria de meia légua em quadra, vizinha à
do alferes Francisco de Paula Viana, no Córrego Santo Antônio,
foi o 2º marido de Caetana Josefa da Conceição, n. cerca
de 1805, provavelmente em Cantagalo, f. 1846, São Sebastião
do Alto, f. de José do Santos Leal e Maria Rosa de Jesus, sem geração.
(Machado Botelho, fls. 114).
- Francisco Antônio de Carvalho e
Cunha.
- Alferes de milícias Francisco Gonçalves
Gato.
- Francisco Guerreiro Bogado.
- Francisco José de Oliveira.
- Francisco de Sales Abreu.
- Francisco Vieira de Sousa.
- Ildefonso Manuel de N. Valentim.
- Jácome Vicente Bizio, provido Tabelião, em 1815. (TC.I.33
e 57).
- João Gomes Pinheiro.
- João José de Abreu, sua sesmaria atrasou, mas foi dos primeiros
colonizadores, em 1848 e 54 era cafeicultor. (Almanak Laemmert e TC.II.49).
- João Lopes Martins.
- João Machado Botelho, n. 1761, São Jorge, Vila das Velas,
Ilha de São Jorge, Açores, f. 1826, Cantagalo, f. de João
Botelho de Sousa e Catarina do Espírito Santo, nm. de Manuel de Avelar
e Francisca de Oliveira, veio para Pati do Alferes em 1786 e daí para
Cantagalo em 1804, c. 1784, Santa Catarina, Calheta, Açores, com Catarina
do Rosário da Cunha, aí n. 1759, f. 1823, Cantagalo, f. de Antônio
Pereira de Lemos e Antonia Maria do Rosário, cuja geração
constitui todo o livro Machado Botelho (de Cantagalo), de J. B. de Athayde.
- Joaquim Henrique de Camargo.
- Cap. João Batista Rodrigues Franco.
- Joaquim José de Sousa.
- José da Costa Cordeiro.
- José Dias Ribeiro.
- Ten. José Maria de Noronha.
- José Nunes ou Gomes de Andrade.
- José Pires de Sousa, 1º padre, chegou provavelmente em 1787.
(TC.I.41 e Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor do Café, de Clélio
Erthal, fls. 67 e 70).
- Luís Ferreira Leal.
- Luís José de Sá.
- Luís Monteiro da Silva.
- Manuel Ferreira da Rocha.
- Manuel Dias de Sousa e Castro
.
- Manuel Teixeira de Sousa.
- Martinho Antônio Pereira, nomeado alcaide, em 1815. (TC.II, 45).
- Miguel Félix da Silva.
- Sebastião Ernesto de Sousa Portugal.
- Padre Vicente Ferreira Soares.
- Vicente Luís Pinheiro.
- (...) Teixeira Leite.
4. Outros moradores de Cantagalo
Alguns
dos primeiros povoadores poderiam estar, ainda, entre os cidadãos abaixo,
citados como participantes de eventos diversos no Município, nas primeiras
décadas da sua fundação (outros são citados pela
importância que tiveram em suas épocas):
- Tenente Albino Santos. (TC.I.25 e II.20).
- Antenor Nunes e sua mulher foram outorgados em escritura lavrada no Tabelião
de Notas em 1816.
- Antônio Álvares Campos.
- Antônio Clemente Pinto, 1º
Conde de Nova Friburgo.
- Antônio Francisco da Costa (família
Dutra da Costa).
- Antônio de Morais Coutinho.
- Capitão Antônio Pereira Guimarães.
- Tenente Antônio Ribeiro de Avelar.
- Brás Carneiro Leão.
- Brás Cordeiro da Rosa.
- Florêncio da Conceição
de Jesus.
- Francisco Álvares Filgueiras.
- Inácio da Conceição
(ou da Cruz Rodrigues).
- Jacob Van Erwen (ou Jacques Guilbert
Paul van Erven).
- João Dias da Costa.
- João Luís Ribeiro.
- João Maria da Gama Freitas Berquó, n. cerca de 1798, Lisboa,
onde f. 1852, camareiro de Dom Pedro I, foi Barão, em 1825, Visconde
e, em 1926, Marquês de Cantagalo, f. de José Maurício
da Gama e Freitas e Josefa Joaquina Maria Antonia de Berquó da Silveira
Veloso, Açafata da Rainha, c. 1ª vez, 1823, com Ana Adelaide de
Souza Dias, n. 1800, RJ, f. de José Pinto Dias e Maria Luísa
de Souza e, 2ª, 1828, Rio, com Maria Teresa Pinto Guedes Smissaert Caldas,
Marquesa de Cantagalo, n. por volta de 1806, RJ, f. de José Pereira
de Souza Caldas e Constança Isabel Smissaert, “com numerosa descendência
dos seus casamentos”. (Uma História em Quatro Tempos, fls. 46, Revista
Brasil Genealógico, Ano de 1965, fls. 150 e Dicionário das Famílias
Brasileiras).
- João Pedro Rimes.
- João Pereira Durão.
- José Rodrigues da Silva.
- João da Silveira Souto.
- Joaquim Alves Moreira.
- Joaquim José Batista Cantagalo.
- Joaquim de Macedo Carvalho.
- Joaquim Plácido Correia de Alvarenga
e Melo.
- José Francisco Cordeiro.
- José Gomes Chaves, vereador em 1815.
- José Gomes Vieira.
- José Rodrigues da Cruz, em 1786 já estava em Cantagalo. (Em
São João de El-Rei, em 1826, existia um João Rodrigues
da Cruz, talvez seu parente). (Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor do Café, de Clélio
Erthal, fls. 95).
- José de Souza Brandão.
- José Tomás de Aquino, com sua esposa, foram os primeiros
outorgantes em escritura lavrada no Tabelião de Notas, em 1816. Em
São João de El-Rei, MG, em 1904, havia um Rafael Tomás
de Aquino (Efemérides de São João Del-Rei, Vol. I, fls.
126 e TC.I.66).
- José Veríssimo dos Santos.
- Luís Antônio Marques de Andrade, segundo padre, de 1791 a
1799.
- Manuel Antônio Pereira, Alcaide em 1815.
- Manuel Fernandes Coelho, Escrivão da Superintendência, assumiu
a Superintendência Geral, após Joaquim José Soares, até
a extinção da mesma, em fins de 1813. (TC.I.28).
- Manuel Gonçalves de Moraes.
- Tenente Manuel de Morais Dantas, do 1º Regimento. (TC.II.20).
- Tenente coronel Manuel Soares Coimbra, do 2º Regimento do Rio de Janeiro,
de onde era natural, assumiu a administração do arraial, liberando
a guarnição de Minas, comandada por Custódio Pinheiro
de Faria (acima). (TC.II.20 e Cantagalo, da Miragem do Ouro ao Esplendor do
Café, de Clélio Erthal, fls. 61).
- Manuel Vieira de Queirós.
- Guarda mor Manuel Vieira do Espírito
Santo.
- Manuel Vieira de Sousa.
- Manuel Vieira de Sousa Almada.
- Matias Correia da Rocha.
- Paulo Fernandes Ferreira Viana.
- Polidoro Teixeira de Carvalho.
- Rafael Inácio da Fonseca Lontra.
- Salvador Teixeira da Silveira.
- Vicente Ferreira Dias.
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