GENEALOGIA BRASILEIRA
Estado do Rio de Janeiro
- Povoadores da Região Serrana
Família SOUZA BRANDÃO
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Lênio Luiz Richa (lenioricha@yahoo.com.br) |
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José
de Souza Brandão, no alvorecer do século XIX solicitou sesmaria
no Ribeirão dos Prazeres, ao Sul da Serra do Capim (São Fidélis, RJ?), “onde tinha posse
e meios para cultivar” e, em 1828, foi apontado
como ex-proprietário da sesmaria requerida por Manuel Luís Martins, em Nova
Friburgo, RJ.
Cc. Josefa Maria da
Silva, depois de Souza Brandão, já
falecidos em 1857, com pelo menos 7 filhos (BN, CE.90 e TC.2.362):
1.1 Major José de Souza Brandão, Barão de Aparecida em 1867, n. 1823, Portugal, f. 1883, Botafogo, Rio, dono da Fazenda Santo Antônio, em Sapucaia, RJ, de 1854 a 83 e político e fazendeiro no Carmo e Sapucaia, onde foi juiz de paz de 1859 a 82, delegado e presidente da Câmara em 79 e 82, cc. Margarida Brandão, Baronesa de Aparecida, f. 1896, residente em Sapucaia (AL, AP e TC.2.362).
2.1 Dr. José de Souza Brandão (hipótese), talvez o mesmo anterior, era subdelegado do Carmo em 1864 e advogado em Cantagalo em 1882 (AL).
2.2 Miguel de Souza Brandão (hipótese), fazendeiro no Carmo, já f. 1892, cc. Rosa de Souza Brandão, residente no Carmo, com pelo menos (AL e Ig):
3.1 Josefa de Souza Brandão, n. Carmo, cc. Anastácio Roque da Silva, n. da mesma cidade, lavrador, f. de Roque Antônio da Silva e Felicidade Maria de Jesus, com pelo menos (Ig):
4.1 Antônio, n. 1890, no Sítio da Boa Vista, Carmo.
4.2 Sebastiana, n. 1892, Carmo.
3.2 Alzira Brandão Chaves, n. RJ, cc. Júlio Policarpo Gomes, n. MG, f. de Benvindo Ferreira Gomes e Amélia Gomes Chaves, com pelo menos (Ig):
4.1 Alzira, n. 1890, na Fazenda da Conceição, no Carmo.
2.3 Lucinda Maria de Souza Brandão (hipótese), que recebeu terras de herança, denominadas Nova Esperança, em Aparecida, registradas em 1856, juntamente com as que o seu marido, Tomás Vieira de (...), comprou de Augusto de Souza Brandão, na Fazenda Monte Café e parte na Fazenda Santa Rita, confrontando com a Fazenda da Boa Esperança (AP).
2.4 Margarida de Souza Brandão (hipótese), tinha a Fazenda Santa Rita dos Prazeres, em Aparecida, em 1856 e 59 (AL e AP).
2.5 José da Silva Souza Brandão (hipótese), dono da Fazenda Santa Cruz, em Nossa Senhora da Glória, Valença, RJ, demarcada em 1844 (AP).
2.6 José de Souza Correia Brandão (hipótese), já f. 1890, cc. Senhorinha da Rocha Brandão, residente no Carmo, com pelo menos (Ig):
3.1 José de Souza Brandão, n. MG, lavrador, c. Carmo, com Elisiária Maria da Mota, n. RJ, f. de Francisco de Luís da Mota e Maria Rita Florinda ou Soares da Mota, residentes em Duas Barras, com entre outros:
4.1 Maria, n. 1891, Carmo.
4.2 Agustinho, n. 1893, Carmo.
4.3 Virgílio de Souza Brandão (3º filho), n. 1895, Duas Barras.
4.4 Mariana Brandão (4ª filha), n. 1898, Duas Barras.
3.2 Luís de Souza Correia Brandão, n. MG ou RJ, lavrador, cc. Francisca de Paula Rocha ou Romano, n. RJ, f. de Francisco Luís da Mota e Ana Rosa da Mota, com pelo menos (Ig):
4.1 Alzira, n. 1890, na Fazenda da Glória, Porto Velho do Cunha.
1.2 Emília Maria de Souza Brandão, depois Correia da Rocha, n. Magé, RJ, c. 1837, Nova Friburgo, com Manuel Correia da Rocha, n. São João Marcos, RJ, fazendeiro no Rio Grande, São Francisco de Paula, f. por volta de 1875, Duas Barras, f. de Matias Correia da Rocha e Ana Maria do Nascimento, com geração na família Correia da Rocha (AL, AP, DBB e DFB).
1.3 Dr. Augusto de Sousa Brandão, n. Cantagalo, médico, 2º Barão
de Cantagalo, coronel da Guarda Nacional, proprietário da Fazenda Santana,
subdelegado em 1854 em Aparecida (atual Sapucaia, RJ), vereador em 1854, 59 e 64,
delegado em 69 e 74, juiz de paz em 74, presidente da Câmara em 79, juiz de paz em 1854 e 85, f. entre 1889 e 98, político do Partido Liberal,
“cuja árvore genealógica prende-se ao tronco de Matias Correia
da Rocha”. Foi, ainda, conselheiro da Casa de
Caridade de Cantagalo em 1879.
Em
1855 e 56, no Ribeirão da Taquara, em Cantagalo (vizinhas de Antônio Italiano
e do sítio no Córrego da Boa Vista, apossado em 1829 por João Antônio de
Oliveira)
C. 1854, Cantagalo, com a
viúva Francisca Cândida de Gouveia ou Lapér Brandão, f. 1889,
Campos, RJ, Baronesa de Cantagalo, em 1883 brasileira, com pelo menos (AL,
CBG, CE.179, Ig, TC.1.333 e 2.362):
2.1 Dr. Augusto de Souza Brandão, professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e cirurgião, c. 1879, Cantagalo, com Leocádia Freire de Faria Salgado Brandão, com pelo menos ("Augusto Brandão Filho", de Edmo Rodrigues Lutterbach, Fls. 1, CBG e "Gente da Casa de Mão de Luva", de Amélia Tomás, fls. 21):
3.1 Dr. Augusto de Souza Brandão Filho, n. 1881, Cantagalo ou Rio, f. 1957, Rio, o “Príncipe da Cirurgia Brasileira”, professor como o pai, autor de diversos livros na área de medicina (Augusto Brandão Filho, de Edmo Rodrigues Lutterbach, Fls. 1 e TC.2.333).
Tenente Cel. Honório de Souza Brandão, npv. 1859, Cantagalo, lavrador e negociante, Intendente Municipal em 1890, já c. 1894, Cantagalo ou Rio, com Francisca Valverde de Miranda Brandão, npv. 1870, Rio, f. do Comendador João Valverde de Miranda, capitalista no Rio, e Francisca Cândida Lapér de Miranda, brasileiros, com pelo menos: (Em 1897 foram testemunhas do casamento de Álvaro Ribeiro de Aquino Pinheiro, f. do Barão de Aquino) (Ig e TC.I.227)
2.2 Tenente coronel Honório de Souza Brandão, n. por volta de 1859, Cantagalo, lavrador e negociante, intendente municipal em 1890, já c. 1894, Cantagalo ou Rio, com Francisca Valverde de Miranda Brandão, n. cerca de 1870, Rio (com a qual foi testemunha do casamento de Álvaro Ribeiro de Aquino Pinheiro, filho do Barão de Aquino, em 1897), f. do comendador João Valverde de Miranda, capitalista no Rio, e Francisca Cândida Lapér de Miranda, brasileiros, com pelo menos (Ig e TC.I.227):
3.1 Honório Miranda Valverde Brandão, n. 1894, na Fazenda de Santana, Cantagalo e registrado em 1909 (Ig).
3.2 Cordélia Brandão, n. 1898, Cantagalo.
3.3 João Valverde Brandão, n. também em 1898, Cantagalo.
3.4 Rodolpho Valverde Brandão, n. 1899, Cantagalo.
3.5 Georgiana de Souza Brandão, n. 1904, Cantagalo.
1.4 Angélica de Souza Brandão, cc. (...) Araújo (TC.2.362).
1.5 Dr. Luís de Souza Brandão, 1º Barão de Porto Novo em 1883, n. 1832, Cantagalo, f. 1893 na Estação da Providência, MG, fazendeiro
em Madre de Deus do Angu, MG, Euclidelândia, Cantagalo e em Aparecida, atual Município de
Sapucaia, onde foi juiz de paz.
Cc. Marciana de
Magalhães Brandão, Baronesa de Porto Novo, n. 1846, RJ, f. 1890, “talvez irmã
de Benjamim Constant”, com pelo menos (AL, AP, Ig, QT.46 e TC.2.348, 362):
2.1 Luciano de Souza Brandão, n. por volta de 1870, São José do (...) Paraíba, MG, residente na Providência, Leopoldina, MG, c. 1894, Carmo, RJ, com Eliza Lorena, n. cerca de 1873, Carmo, f. de Maximiano José de Lorena, comerciante no Carmo em 70, e Maria da Glória Lorena (AL e Ig).
2.2 Dr. Luís de Souza Brandão (hipótese), n. 1861, Cantagalo, f. 1961, médico, presidente da Câmara, industrial e cafeicultor na Fazenda Propriedade, em Matias Barbosa, MG, cc. Florentina da Costa Lage, de Juiz de Fora, MG, deles procedem os Sousa Brandão dessa Cidade.
1.6 Capitão Felício de Souza Brandão, n. por volta de 1936, Nossa Senhora Aparecida, Sapucaia, cafeicultor em Euclidelândia de 1864 a 85, onde era proprietário da Fazenda Palmital, e em Itaocara em 69, c. 1857, na fazenda Boa Esperança, com Rita Martins Lontra Brandão, n. 1841, São Salvador, Campos, RJ, f. do capitão Rafael Inácio da Fonseca Lontra e Rita Maria Martins da Fonseca Lontra, com pelo menos (AL, EPC, MP, TC.1.182, 219, 335 e 2.362):
2.1 Emília de Souza Brandão (vide Nota nº 1, no rodapé), n. 1869, Itaocara, f. 1946, Rio, cc. o doutor Joaquim Luís Monteiro de Barros
(filho dos
Barões de Santa Alda), que havia sido casado 1ª vez com de Tereza Monteiro de Barros, f. 1887, Além
Paraíba, MG, sem geração, e que faleceu antes da 2ª esposa, da qual teve (Site
Family Search, MP e Maurício):
- Obs.: Parte das informações sobre este casal (bem como toda a sua
geração), foi gentilmente enviada pelo amigo,
genealogista, Maurício
José Monteiro de Barros,
do Rio de Janeiro, RJ.
3.1 Mário Monteiro de Barros, funcionário da 3ª Divisão da Estrada de Ferro Central do Brasil, c. Rio, com Carmen São Paulo Monteiro de Barros, f. de Artur Pacheco de São Paulo e Ida Satamini de Oliveira São Paulo (da conceituada família Satamini, de Pelotas, RS), np do engenheiro doutor João José de São Paulo, n. 1846, Rio, que foi diretor da mesma ferrovia, e Artemisa Praxedes Pacheco, com:
4.1 Antônio Monteiro de Barros.
4.2 Mário Monteiro de Barros.
4.3 Carmen Monteiro de Barros.
4.4 Mauro Monteiro de Barros.
3.2 Alda Monteiro de Barros, c. 1ª vez, com Júlio
Alvarenga e, 2ª, no Rio, com Frederico Enz, sem geração deste.
Teve do 1º marido:
4.1 Edith Monteiro de Barros Alvarenga, c. 1ª vez, com Américo Monteiro de Barros e, 2ª, 1935, com o doutor João Batista Hegendorn, cirurgião-dentista, de família de Cantagalo, com geração deste.
4.2 Beatriz Monteiro de Alvarenga, cc. o 1º tenente, depois capitão Oscar Saraiva Batista, n. 1905, com geração.
4.3 Oswaldo Alvarenga.
4.4 Nadir Alvarenga.
4.5 Yolanda Alvarenga.
4.6 Ondina Alvarenga.
4.7 Alda Alvarenga, cc. seu primo Stênio Sales Monteiro de Barros, adiante.
3.3 Oscar Monteiro de Barros, funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, c. 1ª vez, com Maria Sales (Ninita) e, 2ª, 1924, com Iracema Ballard, f. de Edgard Ballard e Ermelinda Pinto Ballard, com um filho de cada esposa:
4.1 Stênio Sales Monteiro de Barros, cc. sua prima Alda Alvarenga, acima.
4.2 Ney Monteiro de Barros.
3.4 Ondina Monteiro de Barros, c. 1916, com Fernando G. Alderete, funcionário da administração do Porto do Rio de Janeiro, f. de Antônio e Ana Alderete, espanhóis, com:
4.1 Osanir Alderete, cc. Lírio Barreto, com geração.
4.2 Fernando Alderete.
4.3 Valdir Alderete.
4.4 Maria Isabel Alderete.
3.5 Osmar Monteiro de Barros, cc. Anair de Mendonça Monteiro de Barros, f. de João Mendonça e Angélica Mendonça, com:
4.1 Oneide Monteiro de Barros, cc. José Guimarães de Pinho, f. de Abel Marquês de Pinho e Henriques Guimarães de Pinho, com geração.
4.2 Nisete Monteiro de Barros, cc. João Abrahão, com geração.
4.3 Joaquim Luís Monteiro de Barros.
4.4 Gilda Monteiro de Barros.
4.5 Almir Monteiro de Barros.
3.6 Odete Monteiro de Barros, cc. Joaquim Pereira Bento, com:
4.1 Maria Emília.
3.7 Yolanda Monteiro de Barros.
2.2 Rita de Souza Brandão, c. 1880, Itaocara, com seu primo Jacinto Augusto Pinto Filho, n. e b. 1858, Euclidelândia, f. do capitão Jacinto Augusto Pinto (Lontra?) e Rosa Martins Lontra Pinto (Ig e MP).
2.3 Lucinda de
Souza Brandão (hipótese), c. após 1884, com Luís de Souza Breves Sobrinho (2ª
esposa), f. de Joaquim Luís de Souza Breves, f. 1892, Porto Novo do Cunha, e
Maria Clara de Moraes, com 8 filhos que estão na Genealogia dos Souza Breves,
na Internet, entre eles: (Aqui recebemos grande ajuda do amigo, genealogista,
Maurício Prado, brasileiro, residente em Lucca, Itália).
- Obs.: Talvez seja a mesma Lucinda de Souza Breves, n. 1866, f. 1898 (Cemitério
da Trindade do Santíssimo Sacramento de Além Paraíba).
3.1 Horácio de Souza Breves, n. 1897, Além Paraíba, MG, c. 1924, Campos Elísios, Resende, RJ, com Francisca Rizzo, n. 1897, nesta localidade, f. de Nicolau Rizzo e Maria Francisca Antunes de Siqueira (Pesquisa de Maurício Prado, em Agulhas Negras, Campos Elísios).
2.4 Josefina Brandão da Fonseca, brasileira, f. Cataguases, MG, cc. o capitão Manuel Cândido da Fonseca, brasileiro, f. Serro, Minas Gerais, com pelo menos (Ig):
3.1 Olinto Brandão, n. Serro, f. RJ, cirurgião
dentista, c. Ubá, MG, com
Januária de Castro Brandão, n. Ubá, residente em Cantagalo, f. de Vicente
Serafim Martins de Castro, agente, e Teresa Januária de Castro, brasileira,
residentes em Guiricema do Rio Branco, MG, com:
Obs.: A geração
deste casal foi gentilmente enviada pelo seu bisneto, o amigo, genealogista,
Sérgio Janini Brandão, de Araçatuba, SP.
4.1 Olinto, cc. Antônia Monteiro da Gama.
4.2 Gorasil, cc. Maria José Peixoto.
4.3 Dr. Wellington Brandão, n. 1894, Visconde do Rio Branco, MG, f. 1965, Passos, MG, foi pecuarista, advogado, promotor público, poeta, escritor, contista, cronista e ensaísta, membro da Academia Mineira de Letras e Deputado Federal Constituinte em 1946, cc. Maria Silva de Araújo Moreira.
4.4 Alaíde, cc. Francisco Alvim Carneiro.
4.5 Adail, cc. Gladstone de Faria Alvim.
4.6 Natail, cc. Alexandre Grangier.
4.7 Vitail Brandão, n. 1899, Cantagalo, RJ (Ig), cc. Antônio Loureiro Salazar Pessoa.
4.8 Stella, cc. Moacyr Resende Campello.
4.9 Maria de Lourdes, cc. Adamo Recchioni.
1.7
Dr. Francisco ou Francisco Antônio de Souza Brandão, comendador, médico e fazendeiro
até 1869, quando a fazenda já pertencia aos seus herdeiros, juiz
de paz em Aparecida de 1848 a 59 (AL e TC.2.362).
Um
doutor Francisco de Souza Brandão vendeu
muitas terras para diversas pessoas que registraram em Nova Friburgo, em 1856, a
saber: terras no Santo Antônio, a Francisco José Rodrigues e a Manuel Francisco
Gonçalves; a Fazenda do Monjolo a Joaquim (...) de Araújo e a José
Leopoldo (...); outras terras vizinhas a Manuel Francisco Gonçalves
e (...) José de Araújo, para (...), outras na Fazenda Monjolo a (...) de Araújo,
vizinhas de José Leopoldo (...), José Joaquim do Vale, Manuel Joaquim de
Araújo, Joaquim Antônio Pereira e Francisco José Gonçalves; terras
denominadas Canjiquinha a Francisco José Gonçalves, vizinhas de Bartolomeu José
de Araújo, Manuel José Gonçalves; terras no Ribeirão que vem do Monjolo, no
Santo Antônio, a Manuel Fernandes Pinheiro (AP)
Poderia ser o mesmo
Francisco de Souza Brandão, cc. Teresa Maria de Jesus, com pelo menos (Ig):
2.1 Maria de Souza Brandão, n. 1855, brasileira, c. 1876, com José Leocádio de Carvalho Filho.
1.8 Ladislau de Souza Brandão (hipótese), c. 1855, Cantagalo, com Isabel de Paula Macedo (CBG).
1.9 Major Carlos de Souza Brandão (hipótese), juiz de paz, fazendeiro e delegado em Aparecida, em 1848 e 54, nessa época freguesia do Município de Magé, RJ, em 53 solicitou Comenda da Ordem de Cristo (AL e BN).
1.10 Rufino de Souza Brandão (hipótese), testemunha de casamento em Cantagalo em 1847 (HB).
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