GENEALOGIA BRASILEIRA
Estado do Rio de Janeiro - Povoadores da Região Serrana

Família VIEIRA DE CARVALHO

                       Lênio Luiz Richa (lenioricha@yahoo.com.br)

 

 

 

          Cap. Francisco Antônio de Carvalho e Cunha, de Santo André, Telões, conselho de Basto, arcebispado de Braga, Portugal, em 1792 já estava no Arraial Cantagalo, RJ (em 93 era apontado como 2º ex-proprietário no pedido de sesmaria de Alexandre Rodrigues, no Rio Negro), Juiz Ordinário em 1820 e Vereador em 23, fundador do Porto Velho do Cunha, no Rio Paraíba do Sul, no atual Município do Carmo, RJ, filho de Agostinho de Carvalho Faria e Josefa Maria Soares, de São José de Telões, é o tronco dos Vieiras de Carvalho, senhores da fazenda da Conceição do Rio Negro.
          Casou com Ana Vieira de Jesus, natural de Guarapiranga, Minas Gerais, f. do alferes Antônio Vieira de Sousa e Ana Francisca de Sousa e Castro (AL, AN, BN, Cr, HB, MB.78, TC.I.91 e II.358 e VT.3.360).
          Tiveram pelo menos:

1.1 Cel. Luís Vieira de Carvalho, n. por volta de 1800, Cantagalo, já f. 1902, foi testemunha de casamento em 1877, com 77 anos, herdou dos seus pais uma parte da Sesmaria São José do Rio Negro (vizinha de Joaquim Vieira de Souza, de Joaquim Luís Pinheiro, da Fazenda Rio Negro, pertencente ao doutor Eugênio José Pereira de Melo e das terras dos seus irmãos José Vieira de Carvalho e de Paulo Vieira de Carvalho e Souza, acima), político do Partido Conservador, foi ainda vereador, delegado, conselheiro da Casa de Caridade, presidente da Câmara e dono das Fazendas São José e Pouso Alto,  em Cantagalo, em sociedade com os filhos. Uma das fazendas era vizinha da situação de João Samuel Berond, nas cabeceiras do Rio das Areias, em Cantagalo, em 1855).
          C. 1845, com sua sobrinha, Ana Angélica da Fonseca Vieira, de Cantagalo, já f. 1902, Niterói, f. de Paulo Vieira de Carvalho e Souza e Rita Angélica da Fonseca. Testemunhas do casamento: Joaquim Vieira de Souza e João Guerreiro Bogado. Tiveram pelo menos (AL, AP, HB, Ig, TC.I.225, 335, 203 e II.132): 

2.1 Anazilda Vieira de Carvalho, depois Zilda Vieira Monteiro, n. Cantagalo, já f. 1917, foi testemunha de casamento em 1907, juntamente com Alfredo Antônio Monteiro, foi mencionada também como “f. legítima do Cap. José Vieira de Carvalho, viúvo de Angélica Vieira de Carvalho”.
          C. 1891, Cantagalo, com o Major Herculano Antônio Monteiro, n. por volta de 1860, Carmo, RJ, já f. 1917, proprietário da Fazenda São José do Rio Negro, negociante, suplente de juiz federal, f. de Manuel Antônio Monteiro, brasileiro, lavrador no Carmo, e Maria da Glória do Sacramento, com pelo menos (AL, Ig e TC.II.134):

3.1 Ilda Vieira Monteiro, n. 1895, Cantagalo (Ig).

3.2 Maria José Monteiro, n. por volta de 1895, Cantagalo, c. 1917, na Fazenda São José do Rio Negro, com Edmundo Lima, n. cerca de 1892, Santa Rita da Floresta, Cantagalo, f. de Jerônimo Amaral de Lima e Olímpia Gama de Lima, brasileiros, residentes em Santa Rita da Floresta. Testemunhas: Alfredo Antônio Monteiro, 38 anos, solteiro, Francisco Vieira de Carvalho e Souza e Anísio Luís Pinheiro, 44 anos, casados, todos brasileiros e lavradores.

3.3 José Antônio Vieira Monteiro, n. 1902, no Sítio da Boa Esperança, Cantagalo, domicílio dos seus pais, c. 1921, com Lucinda Ferreira da Silva, n. 1903, MG, f. de Antônio Ferreira da Silva e Júlia Angélica Ferreira da Silva, brasileiros, todos lavradores e residentes em Cantagalo. Testemunhas do casamento: Tenente Cel. Francisco Antônio Monteiro, brasileiro, fiscal da Prefeitura de Cantagalo, e sua esposa Maria Lucas Monteiro, portuguesa, Alfredo Antônio Monteiro, solteiro, brasileiro, residentes em Cantagalo, Artur Antônio Monteiro, brasileiro, funcionário público no Rio, e Maria Zenaide Monteiro (Ig e TC.II.139).

3.4 Zilda Vieira Monteiro, n. 1907, Cantagalo. 

3.5 Herculano Vieira Monteiro, n. 1912, na Fazenda São José do Rio Negro. 

2.2 Antônio, b. 1848, Cantagalo, provavelmente o mesmo Tenente Cel. Antônio Vieira de Carvalho e Sousa, juiz de paz, c. 1880, Cantagalo, com Maria das Dores Coimbra Vieira de Carvalho, Mariquinha, testemunha de casamento em 1897, brasileiros, com pelo menos (AL, CBG, DBB, Ig e TC.I.335): 

3.1  Júlia de Andrade Silveira Pinheiro, residente em Cantagalo, cc. o Tenente Cel. Antônio Luís Pinheiro, n. por volta de 1851, cafeicultor em Duas Barras e Cantagalo, dono da Fazenda Marco da União, f. de Joaquim Luís Pinheiro, Visconde de Pinheiro, e Francisca ou Quenciana Maria Vieira de Sousa, Viscondessa de Pinheiro, com geração na família Pinheiro (Ig).

3.2 Ana ou Maria Angélica Vieira de Carvalho e Souza, depois Pinheiro, em família Anete, que tinha uma bela voz e tocava piano muito bem, n. por volta de 1879, no Município de Cantagalo, onde c.1898, com seu sobrinho, o capitão Antônio Luís Pinheiro Júnior, n. cerca de 1877, Cantagalo, onde foi Secretário da 1ª Junta de Alistamento Militar e testemunha de nascimento em 1929, lavrador, f. do Tenente Cel. Antônio Luís Pinheiro e Júlia de Andrade Silveira Pinheiro, do 3.1, anterior, com geração na família Pinheiro (DBB, Ig, TC.II.298 e O Casarão da Rua Direita e Minhas Reminiscências, de Carmen Marques Freire e Silva, fls. 42).

3.3 Polínia Vieira de Carvalho Pinheiro, c. 1904, com seu sobrinho José de Aquino Pinheiro Primo (c. 2ª vez, 1913, com Emília de Arruda), n. por volta de 1876, Cantagalo, também f. do Tenente Cel. Antônio Luís Pinheiro e Júlia de Andrade Silveira Pinheiro. Testemunhas: Honório de Souza Brandão, 47 anos, casado, negociante em Cantagalo, José de Andrade Silveira e Ana Vieira Pinheiro (Ig). 

1.2 Major José Vieira de Carvalho e Cunha, b. 1806, Cantagalo (padrinho: João Caetano Álvares), onde foi do 17º Batalhão de Infantaria do Serviço Ativo, promotor, capitão da Guarda Nacional, juiz de paz e cafeicultor, já era f. 1894, no Estado do Espírito Santo.
          Foi citado nos seguintes registros de terras:de 1839 a 56 tinha a posse São Gonçalo, em Cantagalo (vizinha de Paulo Vieira de Carvalho, da sua tia Firmiana, de Maria Cândida Soares, de Manuel Crisóstomo Filgueiras e de sua própria sesmaria), mais 6 posses na margem do Ribeirão do Quilombo, cabeceira do Córrego do Brejo, vertentes do Córrego da Cachoeira Alta (vizinhas de Lino Pinto da Rocha, Joaquim Ozório Ferreira e Francisco Vieira de Carvalho), mais ¾ das terras na Sesmaria de São João da Pedra, herança dos seus finados pais (vizinhas dos seus irmãos Paulo, Francisco e Luís, de sua tia Firmiana e, ainda, de Joaquim Luís Pinheiro e de Manuel Crisóstomo Filgueiras). Um Manuel Crisóstomo Filgueiras, em 1855, assinou a rogo de Fortunata Sabina do Sacramento, o registro das terras dela e da irmã Firmiana Rosa de Jesus, na Fazenda Três Barras (vizinhas de José Gonçalves de Souza, José Luterbach e do "sobrinho" José Vieira de Carvalho), por herança da mãe Ana Joaquina de Souza (AP).
          Cc. Porcina Angélica de Santa Rosa Rodrigues Milagres, depois Vieira de Carvalho, b. 1813, na Capela de São Gonçalo, filial de Santo Antônio de Itaverava (atual São Gonçalo do Amarante, Catas Altas da Noruega), já f. 1894, Cantagalo, f. do capitão Francisco Rodrigues Milagres e Ana Angélica de Santa Rosa. Padrinhos de batismo: Cap. Domingos José de Barros e sm. D. Maria José de Sancta Rita. (AL, HB, MB.78, MMF.53, VT.3.361 e registro de batismo da Sra. Porcina, encontrado pelo amigo, genealogista, Cristiano João dos Reis Milagres, de Minas Gerais):
          Tiveram pelo menos:

2.1 Cap. José Vieira de Carvalho Milagres ou Júnior, n. e  b. 1833, Santo Antonio, Itaverava, MG, maçom, foi, vereador, Juiz de paz e dono das fazendas Palestina e Rancharia (e Sobreiro e Laranjal, no médio Rio Santa Joana?), entre outras e que, sendo veterano da Guerra do Paraguai e abastado agricultor em Cantagalo desbravou em 1866, com sua família, a faixa territorial compreendida entre os Rios Guandu e Santa Joana, em terras tributárias do Rio Doce, na Região fronteiriça entre os Estados de Minas e Espírito Santo e, ali, ele e os seus herdeiros fundaram as fazendas Portela e Palmeiras e, em 1894 foi à Europa para contratar agricultores para suas terras, iniciando o povoamento dessa Região que hoje conta, entre outras, com as cidades de Colatina e Baixo Guandu, tendo sido o tronco de numerosa descendência. C. 1850 com Maria Lina de Souza Pinheiro, f. de Joaquim Luís Pinheiro, Visconde de Pinheiro, e Francisca ou Quenciana Maria Vieira de Sousa, com pelo menos (AL, Crist, DBB, MB.78, MMF e VT.3.361):
- Obs.: Conforme pesquisa do amigo, genealogista, Cristiano João dos Reis Milagres, no site Family Search, ele pode ter nascido em Cantagalo, e ter sido levado para batizar em Itaverava, já que o 1º casamento do seu tio Joaquim, adiante, foi na mesma cidade e no mesmo dia do batizado.

3.1 Cel. Joaquim Pinheiro de Carvalho, nascido em 1863 em Cantagalo, dono da Fazenda Rancho Alegre, em Holofote, Bom Jardim, político que muito concorreu para o progresso local. Faleceu em 1950 no Rio de Janeiro.
          Casou em Nova Friburgo com Mariana Serpa de Carvalho, n. 1875 em Bom Jardim, f. 1954, no Rio de Janeiro, f. do Cap. José Antônio Serpa, n. Nossa Senhora da Conceição, Ilha do Faial, Açores, fazendeiro em Cantagalo, em 1879, já f. 1902, e Ana Maria de Jesus Serpa (em Correia da Rocha). Com grande geração em no livro "Machado Botelho, de Cantagalo", de J.B. de Athayde, fls. 78, e mais: (AL e Ig).

4.1 Manuel (omitido por Athayde), n. 1895, Nova Friburgo. (Ig).

4.2 Dr. Otávio Serpa de Carvalho, n. 1896, Nova Friburgo, assinou atestado de óbito em Monnerat em 1926, cc. Maria José Mellor, f. 1964, Rio, com geração no livro mencionado, fls. 82. (Ig).

4.3 Ari (omitido por Athayde), n. 1902, Bom Jardim. (Ig).

4.4 Maria José (idem), n. 1903, Bom Jardim. Declarante: Paulo Vieira de Carvalho, n. MG, solteiro, comerciário, residente na Fazenda Rancho Alegre. (Ig).

4.5 Iva Serpa de Carvalho (idem), n. 1931, Cordeiro. (Ig).

3.2 Teófilo Vieira de Carvalho, n. RJ, lavrador em Bom Jardim, c. 1886, Nossa Senhora das Neves, Macaé, RJ, com Quenciana Balden Spangenberg de Carvalho, n. RJ, f. do doutor Frederico Spangemberg, alemão, médico em Cantagalo e cafeicultor no Carmo, em sua posse Bonança, no Córrego da Glória (vizinha às terras de Luís Ferreira Pires, às de José da Silveira Dias, às de José Brunes, às terras denominadas Boa Vista, de João Lobo de Souza e da Fazenda Santa Fé, no Ribeirão da Glória, do Padre Francisco de Castro Abreu Bacelar), e Júlia Belden Spangenberg, com pelo menos (AL, Ig e Int):

4.1 Maria Elisa Vieira, n. 1893, Bom Jardim (Ig).

2.2 Francisca Vieira de Carvalho Milagres, c. 1852 com seu tio o alferes Francisco Rodrigues Milagres, fazendeiro no Carmo e em Cantagalo, f. do capitão Francisco Rodrigues Milagres e Ana Angélica de Santa Rosa. (AL, AP, CBG e VT.3.361).

2.3 Cap. Emídio Vieira de Carvalho, f. entre 1899 e 1901, em Cordeiro, dono de 2 fazendas em Cantagalo, vereador e juiz de paz, residia em Santa Rita da Floresta, Cantagalo.
          C. 1857, Cantagalo, com Maria José de Macedo Carvalho, ou Vieira de Carvalho, inventariada em 1881 em Cantagalo (por seu marido), brasileiros, com pelo menos (AL, DBB, Ig, MJ e TC.II.129):

3.1 Maria Amália Vieira de Carvalho Milagres, que em 1892 foi testemunha de casamento em Cantagalo, onde c. 1879, com Joaquim Rodrigues Milagres Júnior, n. por volta de 1850, testemunha de casamento em Cantagalo em 1907, lavrador em Euclidelândia, que em 1911 residia em São Pedro da Aldeia, RJ, f. de Joaquim Rodrigues Milagres e Maria José Vieira Milagres, com geração na família Rodrigues Milagres (CBG, DBB e Ig).

3.2 Elisa Vieira de Carvalho, depois de Moraes e depois Teixeira, n. 1876, no município de Cantagalo
          C. 1ª vez, 1893, nessa cidade, com Artur Vieira de Moraes, n. 1865, São Paulo, f. natural de Augusta Vieira de Moraes, brasileira. Depois c. 2ª vez em 1907, ainda em Cantagalo, com Francisco Teixeira Correia Júnior, 40 anos, português, f. de Francisco Teixeira Correia e Augusta Teixeira Correia, lavradores em Cantagalo. Testemunha do 2º casamento: Joaquim Rodrigues Milagres Júnior, 52 anos, casado (Ig).

3.3 Olímpio Vieira de Carvalho, em 1892 foi testemunha de casamento em Cantagalo, juntamente com a sua irmã Maria Amália, c. depois de 1898, com Ana Faustina de Carvalho, f. de Mariano Felício da Silva e Emiliana Faustina da Silva, brasileiros, de São Manuel, MG, com pelo menos (Ig):

4.1 Narimar Faustino de Carvalho.

3.4 Celestina Vieira de Carvalho, depois Vieira Coimbra, n. Cantagalo, já f. 1919, cc. Antônio Chedinho Coimbra, n. cerca de 1858, Feira, Portugal, lavrador em Cantagalo, f. de Luís Alves Chedinho e Maria Rosa de Jesus Coimbra, residentes em Portugal, com pelo menos: (Ig).

4.1 Olímpio, n. 1894, Cantagalo.

4.2 José Chedinho Coimbra, n. 1899, Cantagalo.

4.3 Julieta Vieira Coimbra, n. 1900, Cantagalo, onde c. 1919, com Vicente José Nicolau, n. 1888, Cantagalo, lavrador, f. de Roque José Nicolau, italiano, e Mariana Luísa Nicolau, brasileira, lavradores em Santa Rita da Floresta. Testemunha: Elisa Vieira de Carvalho Teixeira, sua tia, acima.  

4.4 Celestina Vieira Coimbra, n. 1902, Cantagalo, onde c. 1919, com Roque José Nicolau Júnior, n. 1896, RJ, lavrador, irmão de Vicente José Nicolau, do 4.3, anterior (Ig). 

4.5 Francisca Chedinho Coimbra, n. 1903, Cantagalo.

4.6 Olívia Vieira Coimbra, n. 1905, Cantagalo.

4.7 Euclydes Chedinho Coimbra, n. 1906, Cantagalo.

4.8 Manoel Chedinho Coimbra, n. 1906, Cantagalo.

4.9 Cassiano Chedinho Coimbra, n. 1906, no Sítio da Roseira.

3.5 Emídio Vieira de Carvalho Júnior, n. RJ, lavrador em Cantagalo, c. Monte Verde, São Fidélis, com Adelaide Vieira de Oliveira, n. MG, f. de Paulino de Oliveira Benfeito, português, lavrador em Monte Verde (hoje Cambuci, RJ), e Adelaide Nogueira de Oliveira, brasileira, já f. em 1900, com pelo menos (Ig):

4.1 Armanda Vieira de Carvalho, n. 1897, Cantagalo (registrada em 1900).

3.6 Virgílio Vieira de Carvalho, n. 1873, Cantagalo, já viúvo em 1930, lavrador na Fazenda Samambaia, Cantagalo.
          C. Santa Rita da Floresta com Francisca de Lima Vieira de Carvalho, n. Cantagalo, f. de Jerônimo Amaral de Lima e Olímpia Gomes de Lima, brasileiros, lavradores na Floresta e, enviuvando, com Alice Pimentel de Araújo, f. de José de Araújo Pimentel e Nonata Félix Pimentel, brasileiros, com pelo menos (Ig):
          Da 1ª esposa:

4.1 Virgílio Vieira de Carvalho Júnior, n. 1903, Floresta, Cantagalo, lavrador na Fazenda Pouso Alto, Cantagalo, lavrador na Fazenda Pouso Alto, Cantagalo, onde c. 1930, com Carmen Monteiro de Freitas de Carvalho, n. 1912, Carmo ou Cantagalo, f. de Januário Pinto de Freitas Júnior, proprietário da Fazenda da Aldeia, em Cantagalo, em 1920, e Aleide Monteiro de Freitas, brasileiros, residentes em Cantagalo, com geração (Ig). 

4.2 Ilda Vieira de Carvalho, n. 1900 ou 1901, Cantagalo.

4.3 Emídio Vieira de Carvalho, n. 1905, na Fazenda Samambaia, Cantagalo.

4.4 Moacir Vieira de Carvalho, n. 1907, Cantagalo.

3.7 Olímpia Vieira de Carvalho (hipótese), c. 1883, Cantagalo, com Paulino de Oliveira Benfeito (CBG e DBB).
          Obs.: Vide item 3.5, acima.  

2.4 Maria, b. 1839, Cantagalo, poderia ser a mesma Maria Vieira de Carvalho, cc. Francisco Vieira de Carvalho, com geração adiante (DBB e Ig). 

2.5 Cândido, n. 1840, b. 1841, Cantagalo (DBB e VT.3.361). Talvez seja o mesmo Joaquim Cândido Vieira de Carvalho, fazendeiro no Carmo, já viúvo em 1902, cc. Ana Maria Vieira, com pelo menos (AL e Ig):

3.1 Cândido Hipólito Vieira de Carvalho, n. RJ, lavrador no Carmo, cc. Eduvirges de Macedo Vieira, n. RJ, f. de Leduíno José de Macedo e Ana Francisca de Macedo, com pelo menos (Ig): 

4.1 Ana, n. 1892, Carmo. Testemunha: Joaquim Teixeira de Carvalho.

4.2 Joaquim, n. 1894, Carmo. 

4.3 Carlos Vieira de Carvalho, n. 1895, brasileiro, lavrador, c. 1921, Carmo, com Carmosina Maciel Jasmim, n. 1901, f. de Antônio Gomes Jasmim e Hermínia Maria Maciel, lavradores no Carmo, todos brasileiros (Ig).

4.4 Maria, n. 1896, Carmo.

4.5 Sebastiana Vieira de Carvalho, n. 1903, c. 1922, Carmo, com Alfredo Rodrigues Nogueira, n. 1900, brasileiro, f. de João Rodrigues Nogueira e Maria Duarte Nogueira. Testemunhas: Sr. Aurélio Teixeira de Carvalho, Nagip Murad Ferreira, sírio, negociante, Aurélio Teixeira de Castro, brasileiro, casado, barbeiro e, Alzira Teixeira de Castro (Ig). 

3.2 Hipólito Cândido Vieira de Carvalho, lavrador, n. Carmo, c. Sumidouro ou Carmo, com Inácia Vieira da Silva Moreira de Carvalho, n. da mesma cidade, f. de Marcolino José da Silva e Maria Francisca Moreira, residentes no Carmo, com pelo menos (Ig): 

4.1 Hortêncio Cândido Vieira de Carvalho, n. 1892, Carmo.

4.2 Manuel, n. 1902, Córrego da Prata, Carmo. 

4.3 Sebastião, n. 1909, Sapucaia. 

4.4 Joaquim Vieira, n. 1911, Sapucaia. 

3.3 Maria Luísa Vieira Pinto, n. RJ, cc. Antônio de Souza Pinto, brasileiro, lavrador, f. de Francisco de Souza Pinto e Maria da Glória da Conceição, com pelo menos (Ig):

4.1 Maria, n. 1891, Carmo.

2.6 Antônio Vieira de Carvalho, fazendeiro em Itaocara, subdelegado, c. 1862, Cantagalo, com Custódia Angélica Milagres Alcântara, n. Catas Altas de Noruega, MG, f. de Pedro Ribeiro de Alcântara e Joaquina Angélica Vieira, com geração que não descobrimos (AL, CBG, DBB, TC.2.131 e VT.3.361).

3.1 Antônio Vieira de Carvalho Júnior (hipótese), n. por volta de 1884, RJ, lavrador, f. 1921, Itaocara, com 37 anos, cc. Maria Pereira da Silva (Ig). 

2.7 Josefina Paula Vieira de Carvalho, n. 1842, b. 1843, Cantagalo, c. 1864 em São Sebastião do Alto, RJ, com José Antônio de Sousa Xavier, n. Barbacena, MG, f. de Antônio Xavier de Sousa Cordeiro e Maria Antônia de Jesus Fernandes Coimbra, c.ger. em Xavier de Souza. (DBB e VT.3.361).

2.8 Manuel, b. 1844, Cantagalo (DBB). 

2.9 Presciliana, b. 1848, Cantagalo, talvez a mesma Presciliana Angélica Vieira de Carvalho, c. 1866, Cantagalo, com Ezequiel Xavier de Souza, brasileiro, lavrador (CBG, DBB e Ig). 

2.10 Joaquina Angélica de Carvalho ou Vieira de Siqueira, n. Cantagalo, c. 1ª vez, 1873, com Manuel José de Siqueira, brasileiro, fazendeiro no Ribeirão da Sebastiana, Nova Friburgo, e em Cantagalo, onde era suplente do subdelegado no mesmo ano e onde faleceu;
          2ª vez com Germano José Marques, oficial de justiça e porteiro dos auditórios em Cantagalo, foi demitido na proclamação da República e, em 1900, exercia a profissão de alfaiate, e,
          3ª vez, 1894, com Firmino Alves da Cunha, de 26 anos, artista, n. Niterói, f. legitimado de Domingos da Cunha Bastos, português, e Júlia Libânia Coutinho, brasileira, f. Inhaúma, Rio (Testemunha: Emídio Vieira de Carvalho), com pelo menos (AL, Ig, TC.2.128 e VT.3.361):
          Do 1º marido:

3.1 Alice Vieira de Siqueira, npv. 1881, Cantagalo, onde c. 1896 com Baltazar Rangel da Silva, n. por volta de 1872, Campos, RJ, f. de João Rangel de Lima, brasileiro, f. Campos, e Jacinta Pinto da Silva, Já viúva em 1896, residente em Niterói.

3.2 Vespertina Vieira de Siqueira, n. por volta de 1882, c. 1896 Cantagalo, com José Gustavo (...), n. cerca de 1872, Itália, f. de Vicente Marlapelle João Batista e Margarida Betini de Caetano (Ig).

2.11 Francisco Vieira de Carvalho Milagres, fazendeiro em Itaocara de 1862 até 70, colonizador de Baixo Guandu, Estado do Espírito Santo, em 1866, que em 70 levou a esposa, 2 filhos, três filhas e, em 94, já idoso foi à Europa em busca de colonos para as suas fazendas, vindo a falecer no início dos anos 900, no Rio de Janeiro, cc. Antônia Maria Leal Milagres, com (MMF.38, 42, 54, 65 e MP): (MMF.38, 42, 54 e 65, MP e, quanto à descendência deste casal, prestimosa colaboração da genealogista e pesquisadora, Sra. Sílvia Regina Parapinsk Massera).

3.1 Maria Francisca Vieira Milagres, primogênita, falecida com 88 anos, c. 1866 em Itaocara com Manuel Ferreira Leal, n. 1845, Nova Friburgo, f. de Luís Ferreira Leal e Maria Genoveva Cordeiro Leal. Foram para a fazenda da Serra, atual Baixo Guandu, ES, com geração na família Ferreira Leal (MMF.25, 57 e MP):

3.2 Quenciana Milagres Mascarenhas, a Sana, n. 1859, f. 1948, com 89 anos, c. 1875, com Henrique de Paula Mascarenhas, fluminense de São Fidélis, que ainda vivia em 1904, com 14 filhos, todos “Milagres Mascarenhas”, que foram embora para Vitória e para o Estado do Rio, entre eles (MMF.25, 57, 66 e 252):

4.1 Vitalina (Nenen), guanduense, n. 1876, de 1893 até 94 estudou no Rio, voltando para casa com o avô que regressava da Europa trazendo colonos para a sua fazenda (MMF.57, 73 e 256).

4.2 Guilhermina, guanduense, estudou no Rio, com a irmã, e voltaram juntas para casa (MMF.256).

4.3 Lira Mascarenhas Godinho, n. do Espírito Santo, f. 1966, Rio, com 64 anos e seis meses, cc. Moacir Soares Godinho, sem geração (Colaboração do amigo, genealogista, Ricardo R.P.G. Lobo, de São Paulo, SP).

4.4 Tenente Cel. Arlindo Milagres Mascarenhas (hipótese), formado em arquitetura (MMF.148).

4.5 Fernando Mascarenhas Sampaio (hipótese), “descendente dos fluminenses” (MMF.149).

          Podem ter sido, ainda, os pais de 5 filhas, “do ramo Mascarenhas”, naturais de Baixo Guandu e residentes no Estado do Rio (MMF.25):  

4.6 Sebastiana (Bãozinha), que viveu mais de cem anos. 

4.7 Alcina, viveu mais de 96. 

4.8 Ubaldina, viveu mais de 90. 

4.9 Dalila, viveu mais de 89.

4.10 Elza, viveu mais de 87.

3.3 Francisco, n. Cantagalo, f. menor em 1856, Itaocara. (MP).

3.4 Francisco Vieira de Carvalho Milagres Júnior, n. 1861 no RJ, talvez em Cantagalo, f. 1928, Vitória, ES, vereador e juiz distrital, dono da Fazenda da Serra, que pertenceu ao major José Vieira de Carvalho Milagres, seu avô.
          Antes de cc. Cecília Nunes Amaral Pereira, teve com Úrsula Maria de Jesus Castro, n. ES, 2 filhos reconhecidos em escritura pública no cartório de Linhares, ES, criados com o pai e a madrasta na Fazenda da Serra (MMF e Int):
          De Úrsula Maria de Jesus Castro, 2 filhos: 

4.1 Adelina Milagres, n. 1889, Baixo Guandu, que já tem trinetos, cc. Célio Benevenutto Castiglioni, f. de Giovanni Castiglioni e Elizabetta Forieri, np. de Conde Francesco Castiglioni, italiano, com pelo menos (MMF):

5.1 Osvaldina Castiglioni (Int e MMF).

4.2 Isolino Milagres, viveu mais de 90 anos (MMF.25). 

          De Cecília Nunes, teve 7 filhos, nascidos em Guandu, que viveram alternativamente em Guandu e no Estado do Rio, entre os quais: 

4.3 Francisco Nunes Milagres, o Chiquito, primogênito de Cecília, ainda vivo em 1924, foi o primeiro dos irmãos a falecer (MMF.58, 120 e 130).

4.4 Adelar Nunes Milagres, estudou em Santa Teresa, foi o 2º a falecer, muitos anos após o irmão Francisco (MMF.58, 130 e 149).

4.5 América, “Doca”, n. na Fazenda da Serra ou em Baixo Guandu, estudou no Rio, juntamente com o irmão Francisco, viveu mais de 88 anos (MMF.25 e 130). 

4.6 Mércia Nunes Milagres, n. na Fazenda da Serra ou em Baixo Guandu, estudou no Rio, juntamente com o irmão Francisco, viveu mais de 83 anos, cc. o doutor Airton Lisboa Paca, prefeito de Baixo Guandu em 1935, com filha única (MMF.25 e 130):

5.1 Glacy (MMF.150).

4.7 Armínio (hipótese), n. na Fazenda da Serra ou em Baixo Guandu, viveu mais de 87 anos (MMF.25). 

4.8 Odilon Nunes Milagres (hipótese), n. 1907, Fazenda da Serra, Baixo Guandu, estudou em Santa Teresa, referido como “descendente dos fluminenses”, criador de gado na foz do Rio Mutum, foi o 1º Prefeiro do Município, em 1935 e, novamente de 48 a 51, cc. Zilda Quedevez, f. de Duarte Quedevez, também “descendente dos fluminenses”, que em 1935 lutou pela emancipação do Município (de Baixo Guandu?), com filha única (MMF.36, 130, 149 e 161):

5.1 Maria Amélia.

3.5 Amália Milagres Ferreira, n. 1867, f. 1951, com 84 anos, c. 1875, com Francisco Ferreira da Silva Junior, mineiro, de Jequiri, f. 1930, agente dos Correios, Juiz de Paz e fazendeiro, f. do Tenente Francisco Ferreira da Silva, de Manhuaçu, MG, um dos construtores da “picada” beirando o Rio Manhuaçu, com 14 filhos “Milagres Ferreira”, que permaneceram no Guandu, entre os quais (MMF.15, 25, 57, 213 e 252):

4.1 Álvaro Milagres Ferreira, n. 1876, na Barra do Guandu, ES, professor, Vereador e Tabelião, cc. Adelaide Nunes (MMF.57, 71 e 213).

5.1 Álvaro Nunes Ferreira (hipótese), contador e pecuarista, “descendente dos fluminenses”, n. 1904, em Desengano, Baixo Guandu, juiz de paz e prefeito, cc. Sebastiana Ferreira (Taninha), com geração (MMF.143, 153 e 163).

4.2 Almerinda Milagres Ferreira, n. 1892, guanduense (MMF.86 e 254).

4.3  Manuel Milagres Ferreira, guanduense, n. 1895, f. após 1985, professor, contabilista e prefeito em Guandu, autor do livro “História e Flagrantes de Baixo Guandu”, de onde veio a maior parte das informações deste ramo, cc. Zulmira Lopes Ferreira, com 4 filhos, todos guanduenses e residentes em Vitória, ES (MMF.149 e 159).

4.4 Armínio Milagres Ferreira, que em 1906 tinha 9,5 anos de idade, era empreiteiro e construtor em meados de 1924 (MMF.119 e 273).

4.5 Laudelina, guanduense, que em 1893 e 94 estudava no Rio e retornou para casa com o avô que voltava da Europa trazendo colonos para a sua fazenda (MMF.256).

4.6 Etelvina, guanduense, que também estudava no Rio, em 1893, retornou com a irmã, e parece ter sido a mesma Etelvina Ferreira cc. José Viana de Brito, português, vindo do Estado do Rio em 1889 (MMF.71 e 256).

4.7 Honorato Milagres Ferreira (hipótese), encarregado da Coletoria Estadual alguns anos após a sua instalação em 1916 (MMF.104).

4.8 Arlindo Milagres Ferreira (hipótese), sócio e diretor da Irmãos Ferreira Ltda. Que em 1975 doou terras para a construção do Lar da Velhice Ângelo Passos (MMF.126).

4.9 Francisco Milagres Ferreira (hipótese), que em 1906 vivia em Baixo Guandu (MMF.272). 

3.6 José Vieira Milagres (mais novo que o irmão Francisco), n. Cantagalo, fazendeiro em Serra e Cedro, no Espírito Santo, cc. Maria Nunes Amaral Pereira, irmã de Cecília Nunes Amaral Pereira, acima, sem geração (MMF.57, 58 e 213). 

3.7 Amador (descendência não encontrada) (MMF).

1.3 Tenente-Coronel Francisco Vieira de Carvalho Júnior, b. 1808, Cantagalo (padrinho: o vigário de Cantagalo e Manuel Fernandes Coelho, escrivão da Casa de Permuta do Ouro e substituto do superintendente das Minas de Cantagalo), comendador, 2º presidente da Câmara em 1816, participante da 6ª Companhia da Guarda Nacional, subdelegado e juiz de paz, fazendeiro em Porto Velho do Cunha, no Carmo e em Cantagalo.
          Em 1855 fez os seguintes registros de terras no Carmo:

                     Tenho a Sesmaria Passa Três, com 2 posses anexas (vizinha das terras de Eugênio Pandin, na Sesmaria São Cláudio, em Porto Velho do Cunha, e das terras de Francisco dos Reis Custódio, nas Águas Compridas). A posse Boa Vista, anexa à Sesmaria Águas Compridas, que comprei a Luís José de Alvarenga e sua mulher (vizinha de Francisco dos Reis Custódio, da Fazenda São José do Córrego da Prata, de Francisco de Sales Abreu e dos herdeiros de Manuel Antônio Furtado de Oliveira). Outra posse anexa a esta mesma sesmaria (vizinha da situação Palmeira, de José da Fonseca Ramos e seu sócio). Terras na Sesmaria da Soledade, por herança dos meus finados pais. Mais duas posses anexas “às mesmas”, uma denominada Quartel da Saúde e a outra que limitava com a situação Retiro e com os herdeiros do finado Antônio Rodrigues Pacharra.
Em 1856 era ainda vizinho dos seus irmãos Paulo Vieira de Carvalho e Souza e capitão Joaquim Vieira de Carvalho e Souza, no Córrego d’Anta, Carmo e, de Paulo, Luís e José Vieira de Carvalho, na Sesmaria de São João da Pedra, que herdaram dos pais (AP).

          C. 1835, Cantagalo, com sua parenta Ana Esméria de Jesus ou de São Joaquim, já f. 1899 (viúva de Joaquim José de Souza Gato), de quem herdou a Fazenda Jararaca, a qual vendeu em 1837 (AL, AP, HB, Ig e VT.3.360).
          A esposa deve ter falecido antes de 1839, ano a partir do qual já encontramos registros de filhos de um Francisco Vieira de Carvalho, que pelas datas conhecidas deveria ser o Tenente-Coronel, com Florentina de Jesus, a saber (DBB e Ig):

2.1 Gil Vieira de Carvalho, b. 1839, Cantagalo, cafeicultor em Porto Velho do Cunha e São Sebastião do Paraíba (AL e DBB). 

2.2 Leonardo, b. 1840, Cantagalo (DBB).

2.3 Leonardo Vieira de Carvalho, b. 1841, Cantagalo, cafeicultor em Porto Velho do Cunha e São Sebastião do Paraíba, já f. 1920, cc. Maria do Carmo Vieira de Carvalho, brasileira, residente em Além Paraíba, MG, com pelo menos (AL, DBB e Ig):

3.1 Olímpio Vieira de Carvalho, n. 1882, f. por volta de 1926, c. 1920, com Maria Augusta Ferreira, n. 1900, brasileira, f. de Francisco Ferreira de Souza e Maria Augusta Ferreira, n. Portugal (Ig).

2.4 Sérgio Vieira de Carvalho (a mãe constou no registro de nascimento dos filhos como Iria Quitéria de Jesus), n. 1840, b. 41 (dez dias após o irmão Leonardo), Cantagalo, farmacêutico e fazendeiro em Porto Velho do Cunha, testemunha de nascimento em 1890, c. Euclidelândia, com Maria Antônia de Araújo Carvalho, n. RJ, já viúva em 1911, residente no Córrego da Prata, f. de João Francisco de Araújo e Joaquina Antônia de Araújo, com pelo menos (AL, DBB e Ig):

3.1 Olinda, n. 1891, Carmo (Ig).

3.2 Quintina de Carvalho Ferreira, cc. Virgílio Dias Ferreira, residente no Porto Velho do Cunha, Carmo, brasileiro, f. de Ernesto Dias Ferreira e Francisca de Carvalho Ferreira, com geração na família Dias Ferreira.

2.5 Tenente-Coronel Francisco Vieira de Carvalho (hipótese, que também poderia ser o mesmo acima), cc. Virgínia do Carmo, já viúva em 1893, teve pelo menos (Ig):

3.1 Angelina Vieira de Carvalho, n. por volta de 1874, Carmo, onde c. 1893, com José Augusto Igreja, n. cerca de 1867, Portugal, lavrador em Porto Velho do Cunha, f. de Manuel Joaquim Igreja e Clara Joaquina Vaz.  

2.6 Francisco Vieira de Carvalho (hipótese, que também poderia ser um dos acima), cc. Maria Vieira de Carvalho, já falecidos em 1890, com pelo menos (Ig):

3.1 Carlos Vieira de Carvalho, n. RJ, residente na Fazenda (...), cc. Ana Carolina Vieira de Carvalho, n. RJ, f. de Antônio Schwart e Carlota Schwart, com pelo menos (Ig): 

4.1 (...), n. 1890, Carmo.

2.7 Quenciana Vieira de Carvalho Ramos (hipótese), já f. 1900, Córrego da Prata, cc. Jorge Augusto da Fonseca Ramos, funcionário dos Correios, já f. 1890, Porto Velho do Cunha, com pelo menos (AL e Ig): 

3.1 Manuel da Fonseca Ramos, n. RJ, farmacêutico, no Córrego da Prata, c. Carmo, com Luísa Tavares Ramos, n. RJ, f. de Luís Pinheiro de Souza Tavares e Leodelinda Augusta Castelo Branco Tavares, com pelo menos (Ig):

4.1 Aristóteles, n. 1890, no Córrego da Prata, Carmo. 

3.2 Maria da Fonseca Ramos Teixeira, n. RJ, cc. Manuel Teixeira Machado Júnior, n. RJ, lavrador e escrivão de paz na Floresta, Cantagalo, f. de Manuel Teixeira Machado, português, “natural da Ilha”, negociante no Córrego da Prata, e Maria Cândida Soares Teixeira, com geração na família Soares (AL e Ig).  

2.8 Carolina Vieira de Carvalho (hipótese), cc. (...), com pelo menos (Ig):

3.1 Flora Vieira de Jesus, n. RJ, cc. Gonçalo Vieira de Souza, cearense, pelo menos: 

4.1 Modesto, n. 1890, na Fazenda Passa Três, Carmo.

2.9 (...) Vieira de Carvalho (hipótese) cc. Maria Francisca, brasileira, com pelo menos (Ig):

3.1 Anselmo Vieira de Carvalho, n. Cantagalo, já f. 1923, residente em Duas Barras, c. 1888, Cantagalo, com Maria Luísa Francisca da Conceição, depois Vieira de Carvalho, n. desta cidade, onde residia em 1911 e 29, f. de (...) e Francisca Rosa, brasileira, f. na Floresta, Cantagalo, com pelo menos (DBB e Ig): 

4.1 Eudóxia Vieira de Carvalho, depois Eudóxia Vieira Gamboa da Paz, n. por volta de 1891, RJ, c. 1911, Cantagalo, com José Gamboa da Paz, n. cerca de 1887, RJ, ferroviário, residente no Bairro do Triângulo, Cantagalo, f. de (...) e Laudelina Maria da Conceição ou da Paz, brasileira, com entre outros (Ig): 

5.1 Izac, n. 1923, Cantagalo. 

4.2 Antônio Vieira de Carvalho, n. por volta de 1892, RJ, que comunicou o nascimento de uma criança, de outro casal, em 1924, em Cantagalo, c. 1913, Cantagalo, com Mariana Josefa da Conceição, n. cerca de 1897, RJ, f. Manuel Honorato Soares, brasileiro, e Maria José da Conceição, todos lavradores em Cantagalo (Ig).

4.3 Sertório Vieira de Carvalho, n. 1903, na Fazenda São José do Rio Negro, em Cantagalo, domicílio dos seus pais.

4.4 Flordelvina Vieira de Carvalho, cc. Antônio José Pereira, lavrador no Quilombo, Carmo, f. de Alexandre José Pereira e Firmina Francisca da Silva, com geração.

4.5 Anselmo Vieira de Carvalho (hipótese, que também pode ser o mesmo acima), cc. Isabel Vieira, f. de Alfredo Vieira e Albertina Claudina, brasileiros, lavradores, residentes em Cantagalo, com geração.    

2.10  ... (hipótese), cc. José Alves de Souza, o qual herdou, “do finado Francisco Vieira de Carvalho”, em 1856, a Fazenda Boa Esperança, no termo de Cantagalo (vizinha de Francisco Alves Ribeiro, Pedro Francisco Martins e João Raulino dos Santos) Tinha também, nesse ano, terras compradas a Miguel Alves (vizinhas do vendedor e de Francisco Alves Ribeiro) e a Fazenda Três Barras (vizinha de José Vieira de Souza, Manuel José Pereira Tatagiba e moradores do Quilombo). Provavelmente o mesmo José Alves de Souza que tinha terras no Retiro alegre, Carmo, em 1856 (vizinhas José Dias Ferreira, Francisco da Silva Chaves e Francisco Rodrigues Pombo) (AP).

2.11 José Vieira de Carvalho (hipótese), cc. Inácia Maria de Jesus, já falecidos em 1891, com pelo menos (Ig):

3.1 Silvestre Vieira de Carvalho, n. MG, viúvo, lavrador na Fazenda São Manuel, Carmo, teve com Maria Francisca de Jesus, n. MG, pelo menos:

4.1 Elisa, n. 1891, Carmo, f. bebê.

2.12 Silvestre Vieira de Carvalho (hipótese), cc. Faustina Maria da Conceição, com pelo menos (Ig):

3.1 João Vieira de Carvalho, n. RJ, cc. Isolina Soares de Medeiros, n. RJ, f. de Joaquim Inácio de Medeiros e Ana Soares de Medeiros, pelo menos:

4.1 Benedito, n. 1891, Carmo. 

1.4 Paulo Vieira de Carvalho e Souza (ou e Cunha), b. 1810, Cantagalo (padrinhos: Paulo Fernandes Ferreira Viana, desembargador do Paço e Intendente Geral da Polícia da Corte, e sua esposa Luísa Rosa Carneiro da Costa), subdelegado e cafeicultor, em 1864 a fazenda pertencia aos seus herdeiros.
          Em 1856 registrou terras em Cantagalo, declarando que possuía com seus filhos menores, por herança da sua finada mãe, na Fazenda Soledade, na Sesmaria São José do Rio Negro (vizinho do seu irmão Joaquim Vieira de Carvalho e Souza, de Joaquim Vieira de Souza e de outras terras dos seus filhos menores). Outras terras na Sesmaria São João da Pedra, herdadas dos pais (juntamente com seus irmãos José, Francisco e Luís), outras na Sesmaria Nossa Senhora da Soledade e uma posse na Fazenda Pouso Alto (vizinha do seu irmão Joaquim Vieira de Carvalho e Souza, das suas próprias terras da São João da Pedra e da Nossa Senhora da Soledade), por troca com o seu irmão Luís Vieira de Carvalho. Com seus irmãos José Vieira de Carvalho e o capitão Joaquim Vieira de Carvalho eram vizinhos das terras de Lino Pinto da Rocha, no São Pio, Carmo, em 1856. 
          Cc. Rita Angélica da Fonseca Carvalho, f. do Alferes Francisco Antônio de Carvalho, fazendeiro no Carmo, e Ana Monteiro da Fonseca, com pelo menos (AL, AP, AZ, DBB, HB e VT.3.361):

2.1 Maria José Vieira Milagres, c. 1844, Cantagalo, com Joaquim Rodrigues Milagres, de Itaverava, MG, f. de Francisco Rodrigues Milagres e Ana Angélica de Santa Rosa, com geração na família Rodrigues Milagres (HB). 

2.2 Ana Angélica da Fonseca Vieira, de Cantagalo, c. 1845, com seu tio, o Coronel Luís Vieira de Carvalho, da mesma cidade (irmão do seu pai), vereador e conselheiro da Casa de Caridade em Cantagalo em 79, com geração adiante (AL, DBB e HB).

2.3 Paula Vieira de Carvalho, n. Cantagalo, onde c. 1848, com Francisco de Souza Teixeira, de São José do Rio Preto, RJ, f. do cap. José de Souza Teixeira, fazendeiro em Sumidouro e Ana Angélica Barbosa (AL e HB).  

2.4 Querubina, b. 1840, Cantagalo (DBB). 

2.5 Francisco Vieira de Carvalho e Sousa, b. 1842, Cantagalo, proprietário, testemunha de casamento em 1917, c. 1885, Cantagalo, com sua prima Laura Vieira de Carvalho, adiante, f. do capitão Joaquim Vieira de Carvalho e Souza e Maria Cristina Vieira, com pelo menos (AL, DBB e VT.3.362): 

3.1 Dr. Jarbas Sertório de Carvalho, n. Rio Casca, MG, médico e historiador, cc. Perila Martins de Carvalho, f. do doutor José Vieira Martins, médico em Ponte Nova, MG, e Ana Florência Martins.
          Deixaram: Lucí, Aloísio, Vera e Myriam. (Velhos Troncos Mineiros, Vol. III, fls. 362 e Povoadores da Zona do Carmo, do Cônego R. Trindade, fls. 103).

2.6 Romualdo Vieira de Carvalho, n. 1843, b. 44, Cantagalo,  onde foi presidente da Câmara, cafeicultor, tinha fazendas em Cantagalo, Duas Barras e Bom Jardim, cc. Ana dos Santos Vieira, com pelo menos (AL, DBB, Ig e TC.I.222): 

3.1 Paulo Vespasiano Vieira de Carvalho, n. RJ, lavrador, c. na Matriz de Nossa Senhora da Conceição de (Vassouras?), com Isabel da Assunção Vieira de Carvalho, n. RJ, f. de Francisco Gomes da Assunção e Emília ou Lucília de Souza Moraes da Assunção, com pelo menos (Ig e MMF.79): 

4.1 Maria Emília, n. 1890, Sumidouro (Ig).

4.2 José, n. 1894, Bom Jardim. 

2.7 Rita, n. 1846, b. no mesmo ano, em Cantagalo (DBB).

2.8 Cândida, b. 1848, Cantagalo, talvez a mesma Cândida Angélica Vieira de Carvalho, c. 1864, Cantagalo, com Cândido da Silva Brandão.

2.9 Emília Vieira de Carvalho e Souza (hipótese), já viúva em 1893 e residente no Rio, cc. (seu parente?) Antônio Rodrigues Milagres, f. no Estado do Espírito Santo, com geração na família Rodrigues Milagres (Ig).

2.10 Miguel Vieira de Carvalho (hipótese), cc. Joaquina Maria do Espírito Santo, com pelo menos (Ig): 

3.1 Marcelina da Conceição, n. RJ, c. Monerat, RJ, com Ezequiel Profeta de Carvalho, n. Cantagalo, lavrador em Bom Jardim, f. de Ernestino José da Silva e Maria Rosa do Espírito Santo, com pelo menos: 

4.1 Maria do Carmo, n. 1894, Bom Jardim.

1.5 Cap. Joaquim Vieira de Carvalho e Souza (ou Cunha), b. 1813, Cantagalo (padrinhos: tenente Joaquim José Soares e sua mulher), comendador, já f. 1901, Cantagalo, cafeicultor no Carmo e em Duas Barras, juiz de paz no Carmo, foi presidente da Câmara de Cantagalo.
          
Em 1855 e 56 fez (ou foi citado) nos seguintes registros no Carmo:

                       Tenho terras na Boa Vista, Carmo, vizinhas do capitão Francisco Vieira de Carvalho, Paulo Vieira de Carvalho e Souza, José Rodrigues de Siqueira, Francisco Rodrigues da Silva, Francisco José Gomes e das terras de Lino Pinto da Rocha, no Amparo. Outras terras na Sesmaria de Nossa Senhora da Soledade (ou Fazenda Soledade, na Sesmaria São José do Rio Negro, que parece que seria a mesma), vizinhas de Lino Pinto da Rocha e dos meus irmãos Paulo Vieira de Carvalho e Souza e o capitão Francisco Vieira de Carvalho.
          Era vizinho também da posse São Jerônimo, de José Antônio da Mota Cardoso. Com seus irmãos Paulo Vieira de Carvalho e Souza e José Vieira de Carvalho eram todos vizinhos das terras de Lino Pinto da Rocha, no São Pio, Carmo. E, ainda, da posse de Francisco José Gomes, no Quilombo, Carmo (AP).
          C. 1ª vez, 1833, Santo Antonio, Itaverava, MG, com Ana Angélica de Santa Rosa (Rodrigues Milagres);
          C. 2ª vez, 1852, Cantagalo, com Maria Cristina de Jesus Vieira de Carvalho, n. Catas Altas de Noruega, MG, já f. 1901, Cantagalo, f. de José Gabriel Fernandes e Silvina Maria de Jesus, e,
          C. 3ª vez (provavelmente) com Antônia Clara de São Joaquim, de Cantagalo (que em 1856 já era viúva de Manuel Gonçalves Pereira), f. de Joaquim Manuel Bernardes e Maria Clara da Silva. Com a geração abaixo (AL, Crist, DBB, HB, Ig, MB.38, TC.I.222 e VT.3.361):
                         De Ana Angélica de Santa Rosa teve, pelo menos:

2.1 Cândido Vieira de Carvalho, n. 1834, Cantagalo (padrinhos: Cap. Francisco Antônio de Carvalho e Cunha e Ana Vieira de Jesus). (Crist).

2.2 Porcina Vieira de Carvalho, n. 1835, Cantagalo, b. 36 (padrinhos: Manoel Pereira de Souza e Felícia Milagres Vieira de Jesus), cc. José Vieira de Queirós ou de Gouvêa, n. da mesma cidade, cafeicultor  (vizinho das situações São Sebastião das Duas Barras do Rio Negro, de Manuel José de Sá, Boa União, na Fazenda da Peneda, de Tomás José Cabral, de Felisberta Francisca de Paula, na Sesmaria da Peneda, à Fazenda Cachoeira Alta, no termo de Cantagalo, de José Vieira de Souza e às terras de Manuel Antônio Pinto, no Carmo), f. de João Vieira de Queirós e Maria Vieira da Câmara, com geração na família Vieira de Queirós (AL, Cr, Crist, HB, Ig e Int).
          Obs.: Uma
Porcina Vieira de Carvalho, que poderia ser a mesma, em outro casamento, c. 1873, Cantagalo, com Fortunato Barbosa Mendes ou de Menezes, negociante na mesma cidade (AL, CBG e DBB). 

2.3 Joaquina Vieira de Carvalho, n. e b. 1837, Cantagalo (padrinhos: Cap. José Vieira de Carvalho e sua mulher Porcina Angélica de Santa Rosa). (Crist).

2.4 Manuel, n. e b. 1838, Cantagalo (padrinhos: Manuel Vieira de Souza Almada e Antônia Maria de Jesus). (Crist e DBB).

2.5 Joaquim, b. 1839, Cantagalo. (DBB).

2.6 Quenciana Angélica Vieira de Carvalho Abreu ou de Mendonça Abreu, b. 1840, no oratório da Fazenda de São José do Rio Negro, Cantagalo (padrinhos: Cap. Manuel Alves Henriques e sua mulher Maria Joaquina de Souza), já viúva em 1891, residente em Porto Velho do Cunha em 1901, c. 1867, Cantagalo, com Marcelino de Sales Abreu, n. RJ, com geração na família Sales Abreu. (CBG, Crist, DBB e Ig).

2.7 Joaquim, n. 1841, Cantagalo.

                         De Maria Cristina Vieira teve, pelo menos:

2.8 Laura Vieira de Carvalho, c. 1885 em Cantagalo, com seu primo Francisco Vieira de Carvalho e Sousa, proprietário, testemunha de casamento em 1917, f. de Paulo Vieira de Carvalho e Souza e Rita Angélica da Fonseca Carvalho, com geração acima (AL, Ig e VT.3.361).

2.9 Júlia Vieira de Carvalho, depois Vieira Gomes, cc. Antônio Francisco Gomes, n. RJ, lavrador em Cantagalo, f. de Antônio Francisco Gomes, n. São João do Calendário, Braga, e Francisca de Paula da Silveira, de Duas Barras, RJ. Com pelo menos (AL, Cr, Ig e HB):

3.1 Emília Vieira dos Santos, n. RJ, cc. Leandro Pereira dos Santos, n. RJ, f. do alferes Joaquim Pereira dos Santos, lavrador, avaliador e procurador em Cantagalo, e Rita Carolina dos Santos, brasileiros, já falecidos em 1895. Com pelo menos (AL, Ig e TC.II.131):

4.1 Izolina Vieira dos Santos, n. 1895, Cantagalo (Ig).

3.2 Leopoldina Gomes, n. 1894, Cantagalo.

3.3 Laura Vieira Gomes (hipótese), que juntamente com (seu tio?) João Vieira de Carvalho, assinaram pelos noivos em casamento realizado no Carmo, RJ, em 1911 (Ig). 

2.10 Delfina Vieira de Carvalho, b. 1849, Cantagalo, fazendeira em Porto Velho do Cunha, cc. Jerônimo José de Carvalho, já f. 1896, brasileiro, com pelo menos (AL, DBB e Ig):

3.1 Maria Vieira de Carvalho, n. RJ, c. Carmo, com José Joaquim Vieira de Carvalho, “brasileiro, nascido em Portugal”, fazendeiro em Porto Velho do Cunha, Carmo, já falecido em 1930, de pais desconhecidos, com pelo menos (Ig):

4.1 Boaventura Vieira de Carvalho, n. 1868, RJ, proprietário, c. 1901, Porto Velho do Cunha, com Maria Siqueira de Carvalho, n. 1879, MG ou RJ, f. de Antônio Siqueira de Carvalho e Rosa Maria da Assunção, com geração. Testemunha do casamento: Clara Vieira de Carvalho.

4.2 Cícero Vieira de Carvalho, n. 1887, RJ, lavrador, Porto Velho do Cunha, onde c. 1915, com Carmelita da Assunção Carvalho, n. RJ, f. de Antônio Siqueira de Carvalho, n. RJ, e Rosa Maria da Assunção, n. MG, com (Ig): 

5.1 José, n. 1913, f. 1917, Porto Velho do Cunha (Declarante: José Joaquim Vieira de Carvalho).

5.2 Cícero, menor, f. 1928, Porto Velho do Cunha.

4.3 Albucacis Vieira de Carvalho, n. 1889, RJ, lavrador, f. 1926, de desastre na Gruta de São João, c. 1916, Porto Velho do Cunha, com Olívia Lina de Melo, n. 1898, RJ, f. de Antônio Francisco de Melo e Mariana Batista de Medeiros, naturais de MG (Ig).

4.4 Leocádia, n. 1890, Porto Velho do Cunha, f. 1891.

4.5 Maria Vieira de Carvalho (hipótese), n. 1955, RJ, f. 1927, na Gruta de São João, Porto Velho do Cunha, já viúva de (...) (Ig). 

3.2 Francisco Antônio de Carvalho e Cunha, lavrador, c. Sapucaia, RJ, com Jousina Souza de Carvalho, residentes nessa cidade, f. de Francisco José de Souza e Luísa Francisca de Souza, todos brasileiros, com pelo menos (Ig): 

4.1 Francisco de Carvalho, n. 1890, no lugar denominado Buraco Quente, Sapucaia. Declarante: Francisco Antônio de Carvalho e Cunha.

4.2 João, n. 1896, Sapucaia. 

4.3 João Batista, n. 1897, Sapucaia. 

3.3 Florentina Carvalho da Silveira, n. RJ, cc. Manuel da Silveira Dias, n. RJ, lavrador, f. de Manuel da Silveira Dias e Carlota Braune da Silveira, com pelo menos (Ig):  

4.1 Eufrásia, n. 1895, Carmo.

4.2 Argentina (hipótese, o registro está incompleto), n. 1897, Carmo.

3.4 João Vieira de Carvalho (hipótese), cc. Josefina Vieira de Carvalho, brasileiros, com pelo menos (Ig): 

4.1  João Vieira de Carvalho Filho, n. 1898, lavrador, c. 1920, Porto Velho do Cunha, com Jovelina Alves Félix, n. 1902, f. de José Félix Romualdo e Bárbara Alves Félix.

3.5 Jerônimo Vieira de Carvalho (hipótese), em 1913, juntamente com Boaventura Vieira de Carvalho, acima, referidos como “senhores”, assinaram atestado de óbito em Porto Velho do Cunha (Ig).  

2.11 João Vieira de Carvalho, n. Cantagalo, lavrador, c. São Fidélis (RJ), com Maria Rita Guimarães Vieira, n. São Fidélis, residentes em Cantagalo, f. de João José Guimarães, f. São Fidélis, e Rosa Maria Guimarães, residente em Cambuci (RJ), brasileiros, com pelo menos (Ig):

3.1 Acácio Vieira de Carvalho, n. 1900, Cantagalo.

3.2 Ercídio Vieira de Carvalho, n. 1901, na Fazenda (São José?) do Rio Negro, Cantagalo, domicílio dos pais.

2.12 Joaquim Vieira de Carvalho, n. RJ, já f. 1923 (ou viúvo em 1932), lavrador em Cantagalo, c. Duas Barras com Felisberta Alves Vieira de Carvalho, n. RJ, já f. 1923, f. de José Barto Arseno Caldeira, português, e Maria Eugênia da Silveira (em Dias da Silva), brasileira, já falecidos em 1903, com pelo menos (Ig):

3.1 Guilhermina Vieira de Carvalho, n. por volta de 1878, RJ, onde c. 1904 com Lafaiete Pereira de Mendonça, n. 1880, RJ, lavrador em Cantagalo, f. de Antônio Pereira de Mendonça e Antonia Barbosa da Silveira, brasileiros, residentes em Cantagalo. Testemunha: Virgílio Vieira de Carvalho (Ig).

3.2 Licério Vieira de Carvalho, n. por volta de 1879, Carmo, RJ, lavrador na Fazenda São Pio, em Cantagalo, em 1926, onde c. 1904, com Francisca Rosa da Silveira, depois de Carvalho, n. cerca de 1884, Cantagalo, f. de João Rosa da Silveira e Eugênia Pereira de Mendonça, lavradores em Cantagalo. Testemunha: Virgílio Vieira de Carvalho. Tiveram pelo menos (Ig):

4.1 Anazilda Vieira de Carvalho, n. 1905, em terras da Fazenda São José do Rio Negro, Cantagalo.

4.2 Guiomar Vieira de Carvalho, n. 1907, em terras da Fazenda São José do Rio Negro.

4.3 Waldemar Vieira de Carvalho, n. 1910, em terras da Fazenda Samambaia, Cantagalo.

4.4 Dermeval Vieira de Carvalho, n. 1912, Cantagalo.

4.5 Dagmar Vieira de Carvalho, n. 1916, Cantagalo, c. no Córrego da Prata, com José da Silva Luet.

3.3 Petronilha Alves ou Vieira de Carvalho, cc. Henrique Felipe de Jesus, donos da Fazenda Cachoeira, f. de Manoel Felipe de Jesus e Emerentina Felicidade de Jesus, com geração.

3.4 Maria Vieira da Silveira, cc. Antônio Rosa da Silveira, f. de José Rosa da Silveira e Isidora Maria da Silveira, com geração.

3.5 Trajano Vieira de Carvalho, lavrador, residente na Fazenda Samambaia, Cantagalo, cc. Dolores Ortega Dias de Carvalho, brasileiros, f. de João Ortega Dias e Maria Rueda Ortega Dias, espanhóis, lavradores em Cantagalo, com geração (Ig).

3.6 Floripa Maria da Silva, cc. Eusébio Cândido da Silva, lavrador no Sítio da Pedra, Cantagalo, f. de José Cândido da Silva e Rosa Maria de Jesus, com geração.

3.7 Joaquim Vieira de Carvalho, brasileiro, lavrador na Fazenda Marco da União, Cantagalo, cc. a viúva Gertrudes Maria de Jesus, f. de (...) e Silvéria (...), brasileira, já f. em 1924, com geração (Ig).

3.8 Carolina Vieira de Carvalho, n. 1885, MG, c. 1904, Cantagalo, com Antônio José da Cunha, n. cerca de 1879 Duas Barras, lavrador em Cantagalo, f. de Domingos Antônio da Cunha, português, e Maria Eugênia da Cunha, brasileira. Testemunhas: Anazilda Vieira Monteiro e Alfredo Antônio Monteiro (Ig).

3.9 José Vieira de Carvalho, n. 1903, Cantagalo.

3.10 João Vieira de Carvalho, n. MG, lavrador em Céu Azul, Cantagalo, cc. Ludovina Vieira de Carvalho, brasileira ou portuguesa, f. de Antônio Emídio, já f. 1926, e Maria José Gonçalves, portugueses, esta viúva em 1926, residente em Cantagalo em 1932, com geração (Ig).

2.13 Emília Porcina Filgueiras, n. RJ, c. 1875, Cantagalo, com João Crisóstomo Filgueiras, n. RJ, lavrador no Carmo, f. de Manuel Crisóstomo Filgueiras e Durvalina Barbosa Filgueiras, com geração na família Dias Ladeira (AL e Ig).

                         Teve de Antônia Clara de São Joaquim, que em 1856 fez o seguinte registro no Carmo:

                  Antônia Clara de São Joaquim, viúva do finado Manuel Gonçalves Pereira, tem terreno no Carmo (vizinho de João Moreira da Silva, das terras denominadas Boa Vista, de João Lobo de Souza e das terras de José da Silveira Dias, denominadas Córrego da Glória) Assinou a seu pedido: Joaquim Vieira de Carvalho (AP).

2.14 Antônio Vieira de Carvalho Dias, n. RJ, lavrador, cc. Maria Rita Sermenha de Vieira de Carvalho, n. RJ, falecida de parto em 1898, f. de José Vitorino Sermenha e Maria Rita do Espírito Santo Sermenha, com pelo menos (Ig):

3.1 Maria Olinda Vieira de Oliveira, cc. Manuel Benedito de Oliveira, comerciário em Bom Jardim, f. de Francisco Lopes Ferreira ou Teixeira e Ana Angélica de Oliveira, todos fluminenses, com pelo menos (Ig):

4.1 Eurípedes, n. 1897, Itaocara.

4.2 Manuel, n. 1900, Bom Jardim.

4.3 Alcebíades, n. 1901, Bom Jardim.

3.2 Aristides Vieira de Carvalho, n. por volta de 1890, c. 1920, Laranjais, com Palmira Estevão Teixeira, n. cerca de 1903, f. de José Estêvão Teixeira e Almerinda Rosa de Aguiar (EPC). 

3.3 Adolfo Vieira de Carvalho, n. 1892, Itaocara (Ig).

3.4 Maria, n. 1898, Itaocara. Declarante: Manuel Benedito de Oliveira, genro do seu pai.

1.6 Manuel, b. 1815, Cantagalo. Padrinhos: Guarda Mor Manuel Vieira do Espírito Santo e sua mulher (HB).

1.7 José Antônio de Carvalho e Souza (hipótese), padrinho de casamento em 1835, cafeicultor em Cantagalo de 1854 a 59 e, fazendeiro na Cachoeira Alta, em Duas Barras em 59 (vizinho às terras de Bento José Veloso, no Rozendo, perto da Tapera, em 1855, à própria Cachoeira Alta, a Antônio Francisco França e à Fazenda Cachoeira Alta, que José Vieira de Souza herdou do pai). Vizinho também à posse Fundão, de Joaquim Fernandes Viana e às terras de David José da Silva, em Santo Antônio do Monte, Carmo, em 1855 e 56 (AL e AP).
          Talvez seja o mesmo José Antônio de Carvalho, c. 1839, Cantagalo (“transcrição de Sumidouro ..., de 1838”), com Guilhermina Angélica Barbosa. Testemunhas: Cap. Francisco José Soares e alferes Francisco de Paula Viana (HB).

1.8 Querubina Honorata Vieira de Carvalho (hipótese), fazendeira no Córrego dos Tanques, em Euclidelândia, em 1856 (vizinha da situação de João Teixeira de Carvalho e Souza e da Fazenda Tanques, de Diogo de Luze) (AP).

1.9 Maria Júlia da Conceição Vieira de Carvalho (hipótese), c. 1859, Cantagalo, com Manuel de Souza “Banca” (DBB).

 

Nota nº 1:

Nesta família recebemos grande ajuda dos amigos, genealogistas, Darli Bertazzoni Barbosa e Cristiano João dos Reis Milagres de Paula.

Nota nº 2:

No livro “História e Flagrantes de Baixo Guandu”, de Manuel Milagres Ferreira, se poderá ver toda a saga dos Vieira de Carvalho Milagres que, saindo de Cantagalo e Itaocara, RJ, iniciaram a colonização daquela região do Estado do Espírito Santo, onde hoje existem várias cidades, entre elas Colatina.

 

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