GENEALOGIA BRASILEIRA
Estado de Minas Gerais - Tiradentes e seus contemporâneos

 

                                                               Lênio Luiz Richa (lenioricha@yahoo.com.br)

 

                                         PADRE LUIZ VIEIRA DA SILVA

 

3 - Josefa Maria do Espírito Santo, n. da freguesia de Santo Ildefonso, Porto, Portugal, já viúva em 1789, morava na Fazenda "do Guido", em Soledade (ou Passagem de Ouro Branco).

2 - Alf. Luiz Vieira Passos, carpinteiro e lavrador, n. de São Miguel de Vilela, tendo casado em Soledade, viveram sempre na Fazenda do Guido, com pelo menos mais duas filhas vivas em 1780. (OJ.109).

               ASCENDENTES DELE

1 - Padre Luiz Vieira da Silva, inconfidente, aos 54 anos, n. e b. 1735, Soledade (atual estação Lobo Leite), Congonhas do Campo, freguesia de Ouro Branco, MG, em 1750 entrou no Seminário de Mariana, MG, onde depois permaneceu como morador, em 1750 foi a São Paulo fazer os cursos de Filosofia e Teologia Moral, no Colégio dos Jesuítas, em 1770 foi eleito Comissário da Ordem Terceira de São Francisco, de Vila Rica.
Como réu eclesiástico, sua sentença, lavrada em 1792, não foi divulgada, mas enviada diretamente à Rainha para decisão final, sendo ele enviado para Lisboa e preso na Fortaleza de São Julião da Barra, onde ficou por 4 anos, depois para a clausura no Convento de São Francisco da Cidade onde ficou 6 anos, embora a sentença original tivesse sido de degredo perpétuo (o processo, guardado pelo Ministro Melo e Castro ficou desaparecido por 155 anos, só sendo encontrado e publicado em 1950, no arquivo de um dos descendentes do Ministro).
Sabe-se que ele voltou ao Brasil, em 1802 ou pouco depois, mas existem muitas dúvidas se foi mesmo viver em Angra dos Reis e Cabo Frio, RJ, onde teria falecido em 1809, ou se ainda teria vivido mais 16 anos, preso ou talvez em Soledade, com a família.
Era cunhado do inconfidente Cláldio Manuel da Costa, e tinha filhas, entre as quais: (A.2.142/3, 5.241, 9.144, DD.118, OJ.48, 111 e "A Inconfidência Mineira", de Márcio Jardim, fls. 277 a 290, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
               2.1 Joaquina Angélica da Silva (cuja mãe ainda não se encontrou o nome), que em 1791 residia na casa de um cunhado em Vila Rica, já que o marido estava em viagem no exterior, cc. Francisco José de Castro, Médico.

 

                                          Irmãs do Pe. Luiz Vieira da Silva:

1.1 Antonia Violante da Silva, b. na Capela da Soledade, Congonhas do Campo, f. 1827, solteira e sem geração. (JR).

1.2 Ana Luiza da Silva (para a qual a irmã Antonia Violante destinou seus bens no testamento que, na falta desta iriam para a sobrinha Luiza Joaquina, abaixo), talvez mãe de:

2.1 Luiza Joaquina Borges (sobrinha de Antonia Violante, acima), cc. Pedro José de Ávila.

 

Nota nº 1:

Foi denunciado pelo Ten. Cel. Basílio de Brito Malheiro do Lago.

 

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